Magary Lord e o black semba

24 24America/Bahia janeiro 24America/Bahia 2012 by

Fotos: Maria Júlia Rebouças

Domingo, 22 de janeiro. Parque da Cidade de Salvador lotado de gente como nunca. No palco Magary Lord, a estrela do verão soteropolitano deste 2012. Nos cálculos de grande parte da imprensa 6 mil pessoas se comprimiram em frente e em torno do palco.

Foi um belo show. Magary Lord, conhecido percussionista faz agora o que Carlinhos Brown, por exemplo, fez. Sai da percussão e torna-se cantor. Magary é um bom showman, ganha a plateia – idosos, jovens e crianças – com suas músicas alegres e sem baixaria, dança engraçado – o que deixa qualquer um tranquilo para dançar da maneira que o instinto manda – e demonstra humildade. Se quer mesmo seguir com a carreira solo de cantor deve aprender a cantar, tomar aulas de canto, aumentar o repertório musical fazendo mais composições.

Saiba mais do Magary Lord na revista MUITO.

E curta um pouco do show de domingo nos vídeos:

Facebook

23 23America/Bahia janeiro 23America/Bahia 2012 by

Há poucos dias uma amiga me mandou um e-mail bem formal. Questionada sobre a surpreendente formalidade ela justificou dizendo que eu a excluí da minha página do Facebook. Então lhe expliquei que não a excluí e nem às demais amigas e amigos que estavam na página.

Simplesmente desisti do face. Reconheço a importância dele no papel de rede social, mas preferi sair. Estou no Twitter (@BomfimBrown), no Youtube, no Orkut, no Linkedin e aqui no blog.

Os números de 2011 do blog

12 12America/Bahia janeiro 12America/Bahia 2012 by

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.

Aqui está um resumo:

A sala de concertos em Sydney, Opera House tem lugar para 2.700 pessoas. Este blog foi visto por cerca de 22.000 vezes em 2011. Se fosse um show na Opera House, levaria cerca de 8 shows lotados para que muitas pessoas pudessem vê-lo.

Clique aqui para ver o relatório completo

Feliz 2012

28 28America/Bahia dezembro 28America/Bahia 2011 by

Em julho, o blog fez a enquete que duraria até dezembro. O resultado está aí:

Em 7 de junho caiu Antônio Palocci. Menos de um mês depois caiu Alfredo Nascimento. Até o fim de dezembro quantos ministros ainda vão cair?

Zero – 9,3%

Um – 9,3%

Mais de um – 81,4%

A enquete pode muito bem revelar que o governo atual não é igual aquele que passou. Embora continue com a hegemonia do mesmo partido político, o governo tem uma presidente que não diz que não sabia de nada, ela demonstra não aceitar que os malfeitores (agentes que cometem malfeitos, termo que a presidente Dilma Rousseff prefere utilizar) permaneçam em seu governo.

Mas ficou perfeitamente claro que não é a presidente que faz a faxina ética, como muita gente deseja. Na verdade, isto vem sendo desempenhado pela imprensa, na falta de um Ministério Público mais atuante, de uma Procuradoria da República mais ágil, de um STF mais confiável. Não há nem mesmo um clamor popular em nosso país contra bandidos que eventualmente assumem cargos públicos com o flagrante interesse em roubar. Não há meia palavra para isso. Ministros, parlamentares, juízes, assessores estiveram na mídia durante o ano por cometerem malfeitos.

Nos dois governos de Lula vimos as mesmas coisas, mas “em nome da governabilidade” o presidente com o maior índice de aceitação do povo – que a História desse país jamais registrara – preferia acomodar as coisas. Coisas essas que foram crescendo como uma bola de neve e desabaram no governo de Dilma.

O fato é que sete ministros caíram e só um deles – Nelson Jobim – não caiu por acusações de praticar irregularidades.

Outro assunto de destaque no ano foi a atuação da ministra Eliana Calmon, corregedora-geral do CNJ. Ao tentar fazer bem o seu trabalho sofreu ataques corporativos de juízes – ancorados em São Paulo, cujo Tribunal de Justiça jamais se destacou por justiça – e foi sabotada em seu mister exatamente por ministros do STF. Se perdeu o apoio de seus colegas do Direito, Eliana Calmon ganhou a simpatia da opinião pública, pelo menos daquela que ainda se indigna contra os ataques de servidores públicos aos cofres públicos. Enquanto isso o STF de Cezar Peluso, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski revalida a posse de Jáder Barbalho no Senado. Incrível!

O ano vai terminando com a excelente notícia de que o Brasil superou a Grã-Bretanha e agora é a sexta economia do mundo. Excelente momento para o governo – e os governos estaduais e municipais também – investir em educação, saneamento básico, segurança e saúde. Não nos esqueçamos que o Brasil ainda ocupa o 84º no IDH e 88º na Educação.

No cenário internacional as revoltas dos países árabes ao mesmo tempo que demonstram o anseio por liberdade daqueles povos deixam em expectativa o mundo ocidental,  que ainda não saber se haverá triunfo da democracia e ou de governos teocráticos nos quais os direitos humanos mais elementares são ignorados. E a China segue seu caminho natural para se tornar o novo império futuramente. Não se abala com nada, vai crescendo na economia e investindo pesado, cada vez mais, na Educação.

Feliz Ano-Novo aos leitores – verdadeiros colaboradores – do blog.

A voz confiável do Judiciário brasileiro: Eliana Calmon

23 23America/Bahia dezembro 23America/Bahia 2011 by

Corregedora do CNJ fala sobre a investigação de magistrados (Jornal Nacional)

Corregedora do CNJ reclama de corporativismo de associações (Folha.com)

Quanto mais trabalha certo, mais a ministra Eliana Calmon tem problemas — mas reage à altura: associações de juízes que a atacam são “mentirosas” e “corporativas” (Ricardo Setti)

 Corregedora acusa juízes de SP de esconderem renda

 Segundo Eliana Calmon,em São Paulo, 45% dos magistrados descumpriram a legislação que os obriga a apresentar a declaração de renda

 Eliana Calmon chama associações de juízes de ‘mentirosas’

Cabo de guerra destroça credibilidade do Judiciário

A corregedora-nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, negou nesta quinta-feira (22) que tenha quebrado o sigilo de juízes e desembargadores e repassado os dados sigilosos.

Ela culpou as associações pelo vazamento de informações sobre pagamentos a magistrados que estão sob investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Eliana Calmon convocou a imprensa nesta quinta-feira (22) para falar sobre o novo atrito instaurado no Judiciário após decisão provisória do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski de suspender investigações do CNJ em 22 tribunais do país.

As três entidades, autoras do pedido de suspensão das apurações, acusaram a Corregedoria do CNJ de ter efetuado a quebra de sigilo de mais de 200 mil magistrados, servidores e familiares.

Limite ao CNJ

Eliana Calmon também comentou a decisão liminar (provisória) do ministro do STF Marco Aurélio Mello de limitar o poder do CNJ de investigar e punir juízes. Ela afirmou determinou que os técnicos da corregedoria interrompam as diligências nos tribunais, mas concluam um relatório com as informações já coletadas.

“Eu aguardo a manifestação [do plenário]. Vou cumprir as liminares inteiramente, mesmo que inconformada com elas. Paramos a investigação. Vou pedir aos técnicos que terminem os trabalhos e apresentem os relatórios, que serão guardados num cofre”, disse.

Advocacia-Geral da União aciona o Supremo Tribunal Federal para tentar reverter decisão de Marco Aurélio Mello que limitou a atuação do CNJ

22 22America/Bahia dezembro 22America/Bahia 2011 by

Ministros do STF Gilmar Mendes, à esquerda, aquele que deletou o diploma de jornalista, e Marco Aurélio Mello, primo do Collor, qu esavaziou poderes do CNJ

A Advocacia-Geral da União (AGU) acionou hoje (21) o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter decisão da segunda-feira (19) que limitou a atuação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A ação questiona entendimento individual do ministro do STF Marco Aurélio Mello, que suspendeu grande parte da resolução que regulamenta as atribuições da Corregedoria do CNJ nas investigações relativas a juízes.

A AGU alega que a decisão de Marco Aurélio viola a legislação em vigor e o regimento interno do STF, assim como os princípios do colegiado e do devido processo legal. Para a entidade, a decisão foi tomada quando já estava em vigor o recesso do Poder Judiciário, e a competência para decidir deveria ser do presidente do STF.

A AGU ressaltou ainda que a decisão não aponta qual seria a extrema urgência que demandaria providência imediata do Supremo e que não há demora no julgamento. Ao dar a liminar, Marco Aurélio argumentou que precisou decidir individualmente porque o assunto foi colocado em pauta no dia 5 de setembro, e desde então esteve pronto para julgamento por 13 vezes, sem ser chamado.

Para a AGU, a decisão causa uma série de prejuízos às investigações promovidas pelo CNJ, uma vez que a sistemática da investigação conjunta da Corregedoria Nacional com as corregedorias locais sempre esteve em funcionamento e só foi regulamentada pela resolução esvaziada por Marco Aurélio.

Devido ao recesso do Judiciário, as questões urgentes são encaminhadas ao ministro plantonista. Essa posição é ocupada pela ministra Cármen Lúcia até o dia 10 de janeiro, e depois disso, a previsão é de que o presidente Cezar Peluso assuma a posição até fevereiro, quando termina o recesso.

Veja reportagem do Jornal Nacional

Investigação do CNJ sobre patrimônio de juízes é suspensa em nova liminar do STF

Em decisão liminar, ministro do STF esvazia poderes do CNJ

Peluso diz que não revisará decisão sobre limitação de poderes do CNJ

Ministros do STF se enrolam com auxílio-alimentação

21 21America/Bahia dezembro 21America/Bahia 2011 by

E quando se pensava que tudo de ruim que a alta corte do Judiciário poderia ter feito já terminara, eis que Lewandowski (à esquerda, na foto) volta a aprontar. A exemplo do seu colega Marco Aurélio Mello ele investe contra o Conselho Nacional de Justiça (CNJ). No debate, o público fica sabendo que as eminências do STF foram beneficiadas com auxílio-moradia (veja só!). Lewandowski, quando desembargador de São Paulo, antes do presidente Lula torná-lo ministro do STF, recebeu quase R$ 1 milhão. Saindo em sua defesa, o presidente do STF, Cezar Peluso (à direita, na foto) revela candidamente que ele próprio recebeu R$ 700 mil como auxílio-moradia e que isto está dentro da lei. Veja a manchete e reportagem da Folha de SP desta quarta-feira, 21 de dezembro:

O ministro Ricardo Lewandowski durante sessão no TSE (Pablo Valadares/AE)

Ministro do STF deu liminar que o beneficia

O ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski está entre os magistrados do Tribunal de Justiça de São Paulo que receberam pagamentos que estavam sob investigação do CNJ (Conselho Nacional de Justiça). Antes de ir para o STF, ele foi desembargador na corte paulista. Anteontem, último dia antes do recesso, o ministro atendeu a pedido de associações de juízes e deu liminar sustando a inspeção.

Veja a reportagem no Jornal Nacional

Lewandowski nega ter atuado em benefício próprio

Peluso divulga nota em defesa de Lewandowski

Peluso, que recebeu R$ 700 mil do TJ-SP, defende Lewandowski

Nosso Natal Tem Brasil

21 21America/Bahia dezembro 21America/Bahia 2011 by

Sim, a classe política do nosso país – em sua maioria – não pensa no povo, a não ser para se aproveitar dele.

As principais instituições não cumprem devidamente as suas obrigações; ministros caem do governo como frutas podres; o futebol está entregue a uma quadrilha que só pensa nas verbas de multinacionais.

Aparentemente, não há motivo para comemorar nada. Mas não desistimos, afinal “o nordestino é antes de tudo um forte”, não é mesmo? Podemos ampliar e dizer que brasileiro é antes de tudo forte e obstinado.

Por isso, seguindo a sugestão da jornalista Ana Clélia Bonelli Rebouças, vamos curtir o Natal e, de preferência, com essa música de letra tradicional e harmonia inovadora.

Feliz Natal!

A Privataria Tucana

21 21America/Bahia dezembro 21America/Bahia 2011 by

É o nosso país. Instituições que deveriam ser sérias e só servem como mau exemplo. Seria uma fase do vale-tudo por dinheiro fácil?

Temos um Supremo Tribunal Federal que se posiciona contra a Ficha Limpa para políticos notabilizados pelo roubo, pela corrupção; que se coloca contra diploma para curso universitário; que se nega a trabalhar e julgar os operadores do mensalão, e agora surpreende a Nação ao tirar poderes do CNJ, que até então era a esperança de frear as vendas de sentenças feitas por juízes e desembargadores inescrupulosos.

Temos um governo que em um ano viu cair sete ministros, seis deles por denúncias de corrupção.

E a oposição? Bem, a oposição não é levada a sério por que seu passado não recomenda nenhuma seriedade. Nessa toada, chega às livrarias ‘A Privataria tucana’, de Amaury Ribeiro Jr.

Confira as informações sobre o livro:

 CartaCapital relata o que há no livro

Não, não era uma invenção ou uma desculpa esfarrapada. O jornalista Amaury Ribeiro Jr. realmente preparava um livro sobre as falcatruas das privatizações do governo Fernando Henrique Cardoso. Neste fim de semana chega às livrarias “A Privataria Tucana”, resultado de 12 anos de trabalho do premiado repórter, que durante a campanha eleitoral do ano passado foi acusado de participar de um grupo cujo objetivo era quebrar o sigilo fiscal e bancário de políticos tucanos. Ribeiro Jr. acabou indiciado pela Polícia Federal e tornou-se involuntariamente personagem da disputa presidencial.

‘A Privataria Tucana’, de Amaury Ribeiro Jr.

Na edição que chegou às bancas na sexta-feira, 9 de dezembro, CartaCapital traz um relato exclusivo e minucioso do conteúdo do livro de 343 páginas publicado pela Geração Editorial e uma entrevista com o autor. A obra apresenta documentos inéditos de lavagem de dinheiro e pagamento de propina, todos recolhidos em fontes públicas, entre elas os arquivos da CPI do Banestado. José Serra é o personagem central dessa história. Amigos e parentes do ex-governador paulista operaram um complexo sistema de maracutaias financeiras que prosperou no auge do processo de privatização.

Ribeiro Jr. elenca uma série de personagens envolvidas com a “privataria” dos anos 1990, todos ligados a Serra, aí incluídos a filha, Verônica Serra, o genro, Alexandre Bourgeois, e um sócio e marido de uma prima, Gregório Marín Preciado. Mas quem brilha mesmo é o ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil, o economista Ricardo Sérgio de Oliveira. Ex-tesoureiro de Serra e FHC, Oliveira, ou Mister Big, é o cérebro por trás da complexa engenharia de contas, doleiros e offshores criadas em paraísos fiscais para esconder os recursos desviados da privatização.

O livro traz, por exemplo, documentos nunca antes revelados que provam depósitos de uma empresa de Carlos Jereissati, participante do consórcio que arrematou a Tele Norte Leste, antiga Telemar, hoje OI, na conta de uma companhia de Oliveira nas Ilhas Virgens Britânicas. Também revela que Preciado movimentou 2,5 bilhões de dólares por meio de outra conta do mesmo Oliveira. Segundo o livro, o ex-tesoureiro de Serra tirou ou internou  no Brasil, em seu nome, cerca de 20 milhões de dólares em três anos.

A Decidir.com, sociedade de Verônica Serra e Verônica Dantas, irmã do banqueiro Daniel Dantas, também se valeu do esquema. Outra revelação: a filha do ex-governador acabou indiciada pela Polícia Federal por causa da quebra de sigilo de 60 milhões de brasileiros. Por meio de um contrato da Decidir com o Banco do Brasil, cuja existência foi revelada por CartaCapital em 2010, Verônica teve acesso de forma ilegal a cadastros bancários e fiscais em poder da instituição financeira.

Na entrevista a seguir, Ribeiro Jr. explica como reuniu os documentos para produzir o livro, refaz o caminho das disputas no PSDB e no PT que o colocaram no centro da campanha eleitoral de 2010 e afirma: “Serra sempre teve medo do que seria publicado no livro”.

Confira a entrevista

 E assista o comentário de Bob Fernandes, sobre A Privataria Tucana,  na TV Gazeta:

Esse Supremo… STF cassa poder do CNJ de investigar juízes

21 21America/Bahia dezembro 21America/Bahia 2011 by

A corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, tomou um susto na segunda-feira, 19 de dezembro. Mas o susto foi mesmo da Nação, ou pelo menos da população brasileira que ainda tem esperança em justiça por meio das instituições criadas com essa finalidade.

Por que o susto? Bem, para quem ainda não soube ou para quem ainda não saiu do transe da surpresa, vai a explicação: em decisão tomada na última sessão deste ano do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Marco Aurélio Mello reduziu os poderes de investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle do Judiciário.

Com essa decisão, agora, em questões disciplinares, o CNJ não poderá tomar a iniciativa de fiscalizar, investigar ou punir juízes antes que os tribunais em que eles atuam nos Estados tomem a iniciativa.

A decisão do ministro Marco Aurélio Mello, que tem caráter liminar, precisa ser referendada pelo plenário do STF em fevereiro, depois do recesso do Judiciário.

Ao justificar a decisão, Marco Aurélio Mello alegou que o conselho não tem poderes para “atropelar o autogoverno dos tribunais”.

A corregedora disse ter ficado surpreendida com a decisão, mas não vai se manifestar até a decisão do plenário do STF.

A liminar de Marco Aurélio foi concedida em resposta a uma ação movida pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) contra uma resolução do CNJ que uniformiza procedimentos adotados para punir juízes. Em sua decisão, Marco Aurélio disse que o CNJ não pode “atropelar o autogoverno dos tribunais” e que sua resolução vai além do que foi estabelecido pelo Congresso na Loman (Lei Orgânica da Magistratura Nacional).

Será que a Nação brasileira merece um Supremo que trabalha contra a justiça? Na Lei da Ficha Limpa o STF adiou a decisão e favoreceu bandoleiros conhecidos de todos. Recentemente facilitou a vida de Jáder Barbalho, que voltou ao Congresso. E tem mais:

Mensalão terá prescrição de penas, diz Lewandowski

Foi a manchete da semana passada, Réus do mensalão terão algumas de suas penas prescritas antes do fim do julgamento, ainda sem data para terminar, afirmou na terça-feira (13), o ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), à esquerda na foto. Na direita, Cezar Peluso.

Confira outras ações da mais alta corte do Judiciário brasileiro:

http://www1.folha.uol.com.br/poder/poderepolitica/ricardo_lewandowski.shtml

http://veja.abril.com.br/multimidia/video/boa-noticia-para-os-mensaleiros

http://mazelasdojudiciario.blogspot.com/2011/12/poder-de-corregedoria-para-investigar.html

http://www.jornaldaimprensa.com.br/Editorias/15728/Nos-jornais:-poder-de-corregedoria-para-investigar-ju%C3%ADzes-%C3%A9-esvaziado

http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/nos-jornais-poder-de-corregedoria-para-investigar-juizes-e-esvaziado/

http://www.exkola.com.br/scripts/noticia.php?id=59216583

O Brasileirão 2011 terminou, mas a ética no futebol está longe de começar

8 08America/Bahia dezembro 08America/Bahia 2011 by

O Campeonato Brasileiro de futebol chegou ao final e os erros de arbitragens e gafes da CBF na entrega dos prêmios empanaram o brilho de craques e torcida durante a competição.

Impossível esquecer a entrada criminosa do zagueiro Bolívar contra Dodô, do Bahia, no jogo em que o Internacional venceu por 1 x 0. Lance dentro da área, fácil de marcar se o árbitro não fosse Paulo César Oliveira, que por várias vezes já demonstrou não ter capacidade para ser juiz de futebol. Ele marcou lance perigoso, mas deu cartão amarelo ao jogador do Internacional, o que subentende que o soprador de apito viu uma falta forte. O mais incrível estaria ainda por vir. O lance foi levado em vídeo para os juízes do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) averiguar. Os juízes impuseram, então, uma pena a Bolívar de quatro jogos de suspensão mais o tempo em que a vítima ficaria contundida (presumivelmente seis meses). A maioria aplaudiu, “ôba, finalmente bom senso na aplicação de penalidades desse tipo”. Três dias depois, porém, o mesmo STJD acatou medida liminar dos advogados do clube gaúcho e baixaram a pena para… 2 jogos e 15 dias de suspensão para o zagueiro agressor. Realmente!

Árbitro (?) Paulo César Oliveira

O jogo foi disputado numa quarta-feira. No domingo seguinte o mesmo árbitro entrou em campo para apitar Atlético de Goiás x Palmeiras. Para a comissão de arbitragens ele não errara. É bom lembrar que naquele mesmo jogo ele deixou de dar dois pênaltis claros a favor do Internacional e se confundiu em vários lances.

Como se esquecer dos cinco gols feitos pelo Vasco e mal anulados pelos árbitros? O mesmo time carioca que teve um ano heróico depois de começar muito mal no campeonato local foi campeão da Copa do Brasil, chegou à semifinal da Sul-Americana e vice-campeão brasileiro e no meio de tudo isso viu seu treinador sofrer um AVC e a diretoria manter o interino até o fim.

O Vasco sofreu onze pênaltis, desses claros que nem comentaristas fanfarrões se escusam a acusar, e os árbitros simplesmente ignoraram e, em alguns deles, deram cartão amarelo a quem sofreu a falta. Dos onze pênaltis não marcados e que, logicamente, mudariam a história do campeonato, a torcida vascaína jamais esquecerá os dois contra o Flamengo: no primeiro turno, Léo Moura derrubou Bernardo claramente, aos 43 minutos do 2º tempo. E no último jogo do campeonato Willians ficou segurando a camisa do Diego Souza alguns segundos, mas o árbitro Péricles Bassols e  seu auxiliar não quiseram ver.

Árbitro (?) Péricles Bassols

Incrível é que o mesmo Péricles Bassols – nome difícil de ser esquecido – foi o árbitro do jogo do 1º turno. Hipocritamente o chefe da comissão de arbitragens ainda estranhou que o mesmo juiz que falhara apitasse o mesmo clássico duas vezes.

O houve mais erros, mas muitos mesmos, contra Corinthians (no jogo contra o América mineiro), Flamengo, Botafogo, Atlético do Paraná (prejudicado na partida contra Cruzeiro, que permaneceu na 1ª divisão enquanto o Atlético caiu para a 2ª). Só para citar alguns.

Para culminar com as bobagens feitas por dirigentes, veio a festa de entrega dos prêmios. Não convidaram o presidente do Vasco da Gama, Roberto Dinamite. Talvez pelas reclamações feitas contra as arbitragens? Para coroar o pacote de maldades a CBF tirou o mando de campo do Vasco nos dois últimos jogos, contra Fluminense e Flamengo. E mais não fez porque o campeonato acabou.

E a organização da festa foi uma desorganização.

Um festival de gafes

A torcida de bom senso e favorável à ética quer mesmo é saber quando o futebol brasileiro será levado a sério e dirigido democraticamente. Ricardo Teixeira manda na CBF e no futebol nacional há 22 anos e escolhe sozinho quem vai ocupar cargos A, B e C. E quando falta o cargo ele o cria.

Mais recentemente, Ricardo Teixeira simplesmente anunciou que a partir de 2013 a Copa do Brasil terá outro formato. Quem foi consultado? É ele que decide. Os dirigentes estão se movimentando para refundar o Clube dos 13, viram que sem essa associação não terão nenhuma força para enfrentar o poder imperial da CBF.

Passou da hora de exigir ÉTICA NO FUTEBOL.

Mais detalhes nos sites seguintes:

SAIBA O QUE É O PLACAR REAL

Vasco é apontado pelo Placar Real como a equipe mais prejudicada da competição

Péricles Bassols só prejudicou o Vasco por omissão de Roberto Dinamite. Agora seus gritos, bravatas e ameaças não têm valor algum. Quando deveria falar, Dinamite se calou…

Na briga contra o rebaixamento, o Cruzeiro, com 40 pontos, três a menos que a tabela real, teria ido para a série B no lugar do Atlético-PR

Site que monitora arbitragem mostra diferenças no primeiro lugar e no “G5″

Romário sugere intervenção na CBF, caso haja irregulridades

Juca Kfouri: A lavagem de dinheiro no futebol brasileiro

Em Minas Gerais, SOS marmelada!

TV Globo e CBF tiraram o maior prazer do torcedor campeão: levantar o troféu para sua torcida. A entrega da taça do Brasileiro virou uma festa fechada. Para poucos. Bancada com o dinheiro dos próprios torcedores…

Juca Kfouri: Fifa adia a denúncia e Ricardo Teixeira continua chafurdando

Estivadores desesperados com o futuro sombrio: 130 ameaçados de perder o emprego

8 08America/Bahia dezembro 08America/Bahia 2011 by

A ideia da reportagem foi da graduanda em jornalismo Adriana Roque, a combatente por respeito aos direitos humanos Adriana Dri, o texto é do jornalista Marivaldo Filho e a foto de Roberto Viana, ambos do Bocão News. Adriana Dri solicitou o espaço do blog para ecoar o sofrimento e as reivindicações dos estivadores:

 Preço da modernidade: 130 estivadores perdem trabalho no Porto de Salvador

Quando um navio aportou em Salvador, no dia 1º de dezembro, trazendo três novos portêineres da China com a promessa de modernizar e aumentar a capacidade do porto da capital foi muito comemorado pelos governantes baianos. Mas, o que deveria ser positivo, principalmente vislumbrando a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, não pôde ser festejado por todos. Com a compra dos novos equipamentos, o Tecon Salvador, concessionária do porto da cidade, precisará apenas de 50 do total de 180 trabalhadores que prestam serviços sem vínculo empregatício.  Muitos com mais de 30 anos de trabalho no porto. Se a expectativa do crescimento econômico é favorável, o lado social é preocupante: 130 pais de famílias ficarão sem o ‘ganha-pão’.

O Tecon Salvador é a empresa responsável pela maioria dos embarques e desembarques de contêineres na cidade e contrata os trabalhadores através do Órgão Gestor de Mão-de-obra (Ogmosa). Após ganhar disputa judicial contra os funcionários que tentavam garantir a permanência no trabalho, o Tecon, que antes tinha oferecido 100 vagas para o processo seletivo e contração dos trabalhadores com vínculo empregatício, reduziu para 50 o número de vagas.

Desesperados, os estivadores procuraram a imprensa para expor a situação. Preocupados com a retaliação no processo seletivo que está sendo realizado, pediram para não serem identificados.  Para preservar as identidades dos trabalhadores, nomes fictícios foram usados nesta reportagem.

“Um companheiro nosso foi eliminado no psicoteste e tentou ontem (terça-feira) colocar fogo na Ogmosa. Isso é desumano. Ele sempre trabalhou com isso. Não é possível que agora, aquele psicoteste besta que ele fez e que eu já fiz também, ateste que ele não tem condições de exercer um papel que ele sempre exerceu muito bem. É uma estratégia deles para descartar os trabalhadores”, disse João Almeida.

Outro estivador criticou o governador do Estado. “É muito fácil Jaques Wagner chegar na televisão e falar na modernização do Porto de Salvador. Falar que vai atrair turistas, mas ele está esquecendo do preço desta modernidade. Não percebe quantas pessoas vão ficar sem tem o que levar para as suas famílias. Logo um governo de um partido de esquerda e que diz que defende os trabalhadores”, reclamou Marcelo Oliveira.

Há 20 dias sem trabalhar, Givanildo Ferreira vai ter que tirar o filho da escola particular. “Mexe com a condição de toda uma família. Além da educação, da questão social, de pensar numa aposentadoria e garantir uma tranquilidade para o futuro, modifica a perspectiva de vida de trabalhadores e pais de família”, desabafou.

O Tecon foi procurado pelo repórter Marivaldo Filho para dar sua versão sobre o problema dos estivadores. Mas não deu resposta.

CBF, FIFA, siglas poderosas e o futebol sem transparência

6 06America/Bahia dezembro 06America/Bahia 2011 by

A nação poderia aproveitar a onda de cobrança de ética nos cargos públicos – já que a corrupção atingiu níveis de falta de vergonha inimagináveis – e estender o movimento para outros setores, por exemplo o esporte. Por que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, está no cargo há 22 anos e age como um rei.

Ronaldo e Ricardo. Foto de: Alexandre Rezende-22.nov.11/Folhapress

Agora, o dirigente coloca no centro das atenções dois dos mais famosos nomes do futebol brasileiro. Além de recorrer novamente ao carismático Ronaldo, convidado para compor o Comitê Organizador Local da Copa-2014, Teixeira chamou na sexta-feira o presidente do Corinthians, Andres Sanchez, para comandar o departamento de seleções da CBF.

Ricardo Teixeira tornou-se presidente da CBF pelas mãos do sogro, João Havelange, que presidiu a FIFA entre 1974 e 1998. Quando tinha 19 anos, no Carnaval de 1966, conheceu Lúcia Havelange, filha do dirigente, mas se separou dela em 1997 e a relação com o sogro, já de saída da FIFA, ficou estremecida.

Em 1999, Havelange mostrou seu descontentamento faltando a uma homenagem a ele organizada pela CBF, e a distância dificultou o principal sonho de Teixeira até então: trazer uma Copa do Mundo para o Brasil. Na época, o País estava em plena campanha para receber o Mundial de 2006, e Havelange já se mostrava mais a favor de levar o torneio para a África do Sul. Por fim, a competição ficou na Alemanha.

Na última década, contudo, Ricardo Teixeira voltou a se aproximar do ex-sogro, ainda muito influente na política do futebol mundial. Com a ajuda de Havelange, conseguiu a organização da Copa do Mundo de 2014, quando o Brasil era candidato único, e entregou a Joana Havelange, sua filha (e neta de João Havelange), a responsabilidade de administrar tudo relativo ao Mundial no Brasil.

O presidente da CBF decidiu dividir o poder absoluto que tinha após a série de ameaças feitas por Joseph Blatter. Também acossado por denúncias, o cartola da Fifa reabriu o processo envolvendo a ISL, ex-agência de marketing da entidade, e pretende anunciar no próximo mês o resultado das apurações.
 
O caso ISL foi o maior escândalo de corrupção da história da Fifa. O processo, encerrado em 2010 sob sigilo na Justiça suíça, concluiu que foram pagos US$ 100 milhões (R$ 186 milhões) em propina a dirigentes nos anos 1990.
 
Os nomes dos acusados nunca foram divulgados. Segundo a rede britânica BBC, Teixeira está entre eles. Está também na lista de desafetos de Blatter por quase tê-lo traído na última eleição da Fifa.

João Havelange. Foto: Getty Images

 
João Havelange renunciou a seu cargo da cúpula do COI (Comitê Olímpico Internacional) neste domingo alegando problemas de saúde. Em meio a uma série de denúncias de corrupção, o ex-presidente da Fifa deixa o cargo e faz com que as investigações sejam interrompidas. Caso as suspeitas fossem confirmadas, Havelange poderia até ser expulso da instituição. A decisão sairia na próxima quinta-feira em Lausanne, na Suíça.
 
O presidente de honra da Fifa vinha sendo investigado pela comissão por acusações de ter recebido um pagamento de US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 1,8 milhão) da ISL, empresa de marketing. Outros dois membros da entidade, o presidente da Federação Internacional de Atletismo, Lamine Diack, e o dirigente de futebol africano Issa Hayatou também estão sob investigação, mas devem receber punições mais leves.
 
De acordo com as normas do COI, a renúncia ao cargo, que foi feita por meio de uma carta, faz as investigações pararem, mas não evita, no entanto, que Ricardo Teixeira, presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), tenha seu futuro na Fifa comprometido. Isso porque Teixeira, que é ex-genro de Havalenge, também está sendo investigado pelas mesmas denúncias e teria recebido propina, de acordo com a rede inglesa “BBC”.
 

Zezé Perrella, dirigente do Cruzeiro e senador pelo PDT de Carlos Lupi

Completando o grupo que manda no futebol e não presta contas a ninguém, não podemos nos esquecer de Zezé Perrela, que age como se fosse dono do Cruzeiro. A Polícia Federal (PF) abriu inquérito para investigar indício de lavagem de dinheiro na compra e incorporação de benfeitorias da Fazenda Guará, controlada pela família Perrella.
 
Zezé Perrella agora é senador pelo PDT de Carlos Lupi, sem nunca ter obtido votos para isso, entrou na vaga de Itamar Franco, que morreu. zezé Perrella  responsável pela compra, em 1999, da Fazenda Guará, que  pertence hoje aos seus dois filhos e um sobrinho, e têm o controle acionário da Limeira Agropecuária e Participações Ltda, a mesma firma usada por Perrella para comprar a propriedade há 12 anos.
 
Suspeito de enriquecimento ilícito na gestão do Cruzeiro, não é a primeira vez que Zezé Perrella se torna alvo da PF. Em 2010, o cartola foi indiciado pelos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas na negociação do zagueiro Luisão, titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2010. A iniciativa de investigar a fazenda veio depois que o Hoje em Dia revelou, com exclusividade, a existência da propriedade, avaliada em R$ 60 milhões.
 
Quantas pessoas sabem disso? Poucas e por isso o império da CBF prossegue, com milhões de dólares em patrocínio e nenhuma transparência.

Carlos Lupi se antecipou a Dilma

5 05America/Bahia dezembro 05America/Bahia 2011 by

Antes que a faxineira-presidente tocasse sua vassoura no lixo, o enrolado ministro do Trabalho anunciou sua demissão. Foi ontem. E ainda saiu como vítima de uma urdida conspiração de reacionários. Vê até onde pode ir a falta de vergonha do Carlos Lupi?

A presidente da República não ficou bem na foto. Todo mundo torcendo por ela, com muita benevolência criou-se a ideia de que ela faz mesmo uma faxina no lixo deixado por Lula (o Lupi é o sétimo ministro que cai, o que aumenta a responsabilidade da enquete do blog), mas o que temos visto é que a presidente Dilma Rousseff só manda embora o acusado depois que a situação extrapola todos os limites do insustentável. E em todos os casos o acusado sai sob aplausos e discursos favoráveis a ele.

Além da falta de timing da presidente, nota-se também que o acusado deixa o ministério e não é provocado nem pelo Ministério Público nem pelo Judiciário.

Leia as notícias mais recentes sobre o pedetista.

STJ acata denúncia contra desembargador que vendia sentenças

3 03America/Bahia dezembro 03America/Bahia 2011 by

Mas nem tudo é ruim no campo da ética neste País.

Notícia ontem na imprensa mantém a esperança de quem torce por um Brasil melhor.

Numa decisão unânime a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) acatou a denúncia contra o desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia Rubem Dário Pelegrino Cunha (na foto) e o filho dele, o advogado Nizan Gomes Cunha Neto, por corrupção passiva. Ou seja, receberam dinheiro sujo para praticar atos ilícitos.

E do outro lado quem estava? Quem era o autor da corrupção ativa? O ex-prefeito de São Francisco do Conde, Antônio Pascoal Batista.

Quando prefeito, Antônio Pascoal Batista, o desembargador Rubem Dário Pelegrino Cunha e o advogado Nizan Gomes Cunha Neto comandaram um esquema de vendas de sentenças.

O advogado-filho pegava a causa e o desembargador-pai retardava a decisão da ação penal, na qual o prefeito era réu. Fizeram isso várias vezes. A Prefeitura de São Francisco do Conde pagava em torno 400 mil reais por cada uma das ações e o Antônio Pascoal Batista mantinha o cargo e não ia para a cadeia. A denúncia foi do Ministério Público Federal

Na quarta-feira, 30 de novembro, o colegiado do STJ acompanhou o voto da ministra-relatora Eliana Calmon, que é corregedora nacional de Justiça e recentemente declarou que é preciso banir da vida pública os “bandidos de toga”.

O desembargador fica suspenso do Tribunal de Justiça da Bahia enquanto estiver tramitando a ação penal.

Há três anos o desembargador Rubem Dário Pelegrino Cunha está afastado de suas funções por determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde também tramita um processo administrativo contra ele.

Como nem tudo é perfeito, o desembargador continua recebendo seu salário: 22 mil reais por mês.

Veja o vídeo da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), que negou, no dia 02 de março de 2011, o Mandado de Segurança (MS 28306) de autoria do desembargador Rubem Dário Peregrino Cunha, afastado de suas funções no Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ele responde por infrações funcionais e é acusado de exigir vantagem indevida em troca de decisões judiciais. Acompanhe o julgamento do caso.


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