Ruas de Conquista

Valter Freire: “Na Escola Barão de Macaúbas, sob a regência da professora Anita, aprendi o hino de Conquista e lembro-me de um  trecho: “Conquista, de emoção vibra o meu peito, ao fitar-te no mapa do Brasil”. Como estou fora dessa cidade há muitos anos, saudosamente, acessei  o Google Maps  (como se vivia sem o Google?!) e procurei as ruas em que aprendi a viver. Fiquei confuso, “estatelado”, como dizia minha mãe.  As ruas sumiram? Onde estão as Ruas de Areião,  do Cobertor, do Bueiro,  dos Cachorros, do Espinheiro, do Tanque,  das Sete Casas, da Moranga, da Boiada, da Conquistinha, e Rua dos Tócos?” … Mais Ruas de Conquista

As aventuras de Dargilan e seus amigos na geral do Maracanã

Valter Freire relembra a geral do Maracanã (desativada em 2005) em mais uma ótima crônica: “Gente chegando de todo lado. O tradicional barulho ao redor do estádio do Maracanã era a mistura de gritos da torcida, cantoria do hino e os nomes dos times gritados a todo pulmão. Empurra daqui, empurra dali, roça daqui, roça dali e finalmente compraram os ingressos, passaram pela catraca, penetraram no túnel escuro, fedendo a urina, páginas do Jornal dos Sports, também conhecido como o “rosinha”, distribuído gratuitamente do lado de fora do estádio. Mas ao sair do túnel, a visão do Maracanã cheio é emoção pura. Os três geraldinos (Dargilan, Ernane e Bebeto) finalmente estavam na geral”. … Mais As aventuras de Dargilan e seus amigos na geral do Maracanã

Dona Guilé

Seu nome era Guillhermina, mas todos a conheciam como D. Guilé. Era irmã de Seu Jorge, Seu Aurélio, Seu Zeca e D. Maria. Mãe de Anésia (dócil e terna que nem essa jamais existirá), Alício, Arlindo e Nemira. Era unha e carne com a cunhada, outra dócil como todas as flores: Tia Fulô! O semblante era costumeiramente sereno e sério. Não era de muito papo, passava “rabo de olho”  para os netos, mas tinha um bonito e contido sorriso.  … Mais Dona Guilé

Uma vila em Irajá

O cronista Valter Freire conta o que o inspirou para escrever essa crônica: “Era uma vez uma vila no bairro de Irajá, subúrbio do Rio de Janeiro. Há semelhanças com a Rua dos Pratos, de Vitória da Conquista. A crônica foi inspirada nas lembranças da Tereza, madrinha dos meus dois filhos”. … Mais Uma vila em Irajá

Rua dos Pratos revisitada

Valter Freire volta à Rua dos Pratos/Prates. Você se lembra, o assunto já foi bem divulgado pelo blog (clique aqui). Ele conta porquê retornou ao assunto: “Fiz uma revisão no texto da Rua dos Pratos. Encontrei duas fotos antigas da casa em que nasci nesta rua. Em uma foto estou com minha filha Camila. Acho que são as únicas fotos da casa, que teve a fachada alterada. Alterou para pior”. Vale a pena você passear de novo por essa rua de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. … Mais Rua dos Pratos revisitada

Escola Normal

Era uma escola sem muros. O cheiro de mato circulava entre os três blocos de salas de aula, penetrava no auditório, no galpão das aulas de educação física, na sala de ciência, no salão do grêmio. A escola me deu, como disse o poeta, régua e compasso. Contribuiu para eu (Valter Freire) ser um cidadão do bem e ensinar aos meus filhos o valor das coisas simples, do estudo e do amor à educação. … Mais Escola Normal

Cizinha e os cabeludos

Valter Freire fala em sua crônica que Cizinha lhe apresentou o Fab Four. E que sempre ele terá um sentimento de gratidão por isso. Ele não sabe se ela eternizou aqueles momentos em que, jovens e sonhadores, foram tão felizes. “Hoje e sempre quando escuto os meninos, eu vivo novamente aqueles momentos. E, acho, Cizinha também”, completa Valter. … Mais Cizinha e os cabeludos

Cara, cadê o Vivaldo?

No início da noite de segunda-feira, 16, Fernando Zamilute manda mensagem com o link do blog do Rodrigo Ferraz falando da morte de um cantor conquistense. Ele foi surpreendido pela morte quando se preparava para se apresentar nas festividades do Natal Conquista de Luz dentro da programação feita pela prefeitura conquistense. Depois, Valterci Freire, o … Mais Cara, cadê o Vivaldo?