Mário Sérgio Dias Bacelar

Uma pessoa só morre quando morre a testemunha. Então, Bomfim Brown, Paulo Preto, Paulo Nunes, Jota (João Carlos Ferraz Barbosa), Fernando Zamilute, Tião (Sebastião Passos), Álvaro Amorim Filho, Luiz Carlos Ribeiro, Hércules Vilares e tantos outros amigos e amigas somos testemunhas e por isso o Grego continuará vivo em nossas memórias. Em outra dimensão, além dos seus parentes, ele terá a oportunidade de se encontrar com Simone, Luciano Popó. Nivaldo Bozim, Erivaldo, o Peri, Grimoaldo, o Caculé, Pedro, primo de Caculé, Marcão Menezes, Clazildo, e tantos outros e outras que já partiram para a vida eterna. … Mais Mário Sérgio Dias Bacelar

Sinhozinho, do Salão Bahia, ícone da cultura conquistense

O Blog do Brown divulga hoje a notícia da morte de Sinhozinho, o mais antigo barbeiro de Vitória da Conquista, que ainda estava em atividade. Por volta das 19 horas de ontem (segunda-feira, 6 de janeiro de 2020), Fernando Zamilute me manda mensagem com link do Blog do Anderson, falando do acontecimento. … Mais Sinhozinho, do Salão Bahia, ícone da cultura conquistense

Cara, cadê o Vivaldo?

No início da noite de segunda-feira, 16, Fernando Zamilute manda mensagem com o link do blog do Rodrigo Ferraz falando da morte de um cantor conquistense. Ele foi surpreendido pela morte quando se preparava para se apresentar nas festividades do Natal Conquista de Luz dentro da programação feita pela prefeitura conquistense. Depois, Valterci Freire, o … Mais Cara, cadê o Vivaldo?

“Cumpadi”

Colaborador do blog, o escritor conquistense, residente no Rio de Janeiro, Valterci de Souza Freire, nosso amigo Valter, reaparece para falar de uma das figuras mais interessantes de Vitória da Conquista. “Cumpadi” não fazia mal a ninguém e alegrava a todos. Um pouco da sua vivência está também no livro A Casa que Mora em … Mais “Cumpadi”

Rua do Maga-Sapo

Da minha infância, em Vitória da Conquista, cidade a 509 km de Salvador, pela BR-116, emergem várias lembranças da Maga-Sapo. Minha primeira lembrança daquela rua com nome estranho – não achava estranho na época – data dos meus 8 anos de idade. Lembro-me de uma moça muito branca, sempre de vestido branco, que passava em … Mais Rua do Maga-Sapo