O horror do cineasta Tau Tourinho!

A jornalista Claudia Correia nos traz uma ótima notícia: o curta-metragem “A Alma de Zé do Caixão Agoniza” foi selecionado para o 2º Manaus Filme Horror Fantástico, na capital amazonense. O filme foi produzido no início da pandemia, em março de 2020, momento em que o diretor Tau Tourinho experimentou um ano de solitário isolamento em um casarão de 1835, na cidade de Cachoeira, no Recôncavo Baiano, onde se inspirou para criar esse arrepiante filme que é, na verdade, uma homenagem a José Mojica Marins… … Mais O horror do cineasta Tau Tourinho!

Lembranças

Quase à meia-noite de sexta-feira, 8 de outubro de 2021, Fernando Fernandes Zamilute teve uma repentina lembrança dos amigos Luciano Popó e Peri (Erivaldo), que já partiram para outras dimensões, e de nossas juventudes… … Mais Lembranças

Rosane Vilaronga lança livro de poemas

A jornalista Claudia Correia nos apresenta Rosane Vilaronga, ou simplesmente Zane, autora do livro de poesia “Poetenas de Quaresia”, escrito no primeiro ano da terrível pandemia do novo coronavírus. Em formato E-book, o livro foi lançado dia 6 de setembro pela Editora Becalete e está à venda diretamente com a autora através do WhatsApp (71) 99911-6685 ou pelo site http://www.bookbec.com.brMais Rosane Vilaronga lança livro de poemas

Missa nos 25 anos da Associação dos Amigos de Nelson Maleiro

Um dos brilhantes colaboradores do blog, o jornalista e delegado de polícia, Antônio Matos, traz à memória do público uma figura emblemática na história do carnaval de Salvador e informa que sábado haverá missa dos 25 anos da Associação dos Amigos de Nelson Maleiro … Mais Missa nos 25 anos da Associação dos Amigos de Nelson Maleiro

Ruas de Conquista

Valter Freire: “Na Escola Barão de Macaúbas, sob a regência da professora Anita, aprendi o hino de Conquista e lembro-me de um  trecho: “Conquista, de emoção vibra o meu peito, ao fitar-te no mapa do Brasil”. Como estou fora dessa cidade há muitos anos, saudosamente, acessei  o Google Maps  (como se vivia sem o Google?!) e procurei as ruas em que aprendi a viver. Fiquei confuso, “estatelado”, como dizia minha mãe.  As ruas sumiram? Onde estão as Ruas de Areião,  do Cobertor, do Bueiro,  dos Cachorros, do Espinheiro, do Tanque,  das Sete Casas, da Moranga, da Boiada, da Conquistinha, e Rua dos Tócos?” … Mais Ruas de Conquista

A utopia do carnaval sem fim

Novo livro de Bernardo Almeida na praça, seguindo o sucesso de Arresto e O Vencedor Está Morto. Fernando Andrade, jornalista e crítico de literatura, afirma que o livro de poemas A utopia do carnaval sem fim embaralha as explosões rítmicas do poema em temas sociais e políticos. O escritor francês Athanase Vantchev de Thracy afirmou que o livro é de um gênero quase aforístico, em seus breves poemas. Uma ramificação poética que combina elegância realista, crueldade e filosofia da existência. E, finalmente, poemas-narrativas, que nos apresentam destinos ou fatias de vida de personagens astutos, em luta contra uma sina oposta. … Mais A utopia do carnaval sem fim

Ao comemorar 141 anos, Santo Antônio de Jesus ganha um importante filme

A jornalista Claudia Correia escreve sobre o lançamento que ocorre nesta sexta-feira, 28 de maio, no canal Tau Tourinho, no YouTube, às 21 horas. Claudia informa que o filme faz um apanhado histórico do processo de povoação do território onde futuramente surgiria o núcleo urbano inicial de Santo Antônio de Jesus. … Mais Ao comemorar 141 anos, Santo Antônio de Jesus ganha um importante filme

Projeto preserva memória do povo Pataxó

Claudia Correia informa que em 40 anos de existência, a Associação Nacional de Ação Indigenista (Anaí) acumulou um valioso acervo de fotos, documentos e gravações, fruto do trabalho com comunidades indígenas na Bahia. Muitos documentos sonoros, principalmente em suporte fita k7 e DVD, foram produzidos e arquivados pela própria (Anaí), no desenvolvimento de suas atividades. … Mais Projeto preserva memória do povo Pataxó

As aventuras de Dargilan e seus amigos na geral do Maracanã

Valter Freire relembra a geral do Maracanã (desativada em 2005) em mais uma ótima crônica: “Gente chegando de todo lado. O tradicional barulho ao redor do estádio do Maracanã era a mistura de gritos da torcida, cantoria do hino e os nomes dos times gritados a todo pulmão. Empurra daqui, empurra dali, roça daqui, roça dali e finalmente compraram os ingressos, passaram pela catraca, penetraram no túnel escuro, fedendo a urina, páginas do Jornal dos Sports, também conhecido como o “rosinha”, distribuído gratuitamente do lado de fora do estádio. Mas ao sair do túnel, a visão do Maracanã cheio é emoção pura. Os três geraldinos (Dargilan, Ernane e Bebeto) finalmente estavam na geral”. … Mais As aventuras de Dargilan e seus amigos na geral do Maracanã

Causos de Dinho e Rambinho

Fernando Zamilute: “Dinho, ele mesmo e ninguém mais, contou-me certa vez de fato ocorrido com ele, ao viajar de uma propriedade a outra, dos pais ou avós – não lembra ao certo – daquele seu amigo. Brigara a meio caminho com aquele – e de novo lhe falha a memória quanto ao motivo – de sorte a não mais se falarem durante o caminho faltante. Sem palavras, sem risos, sem indagações. Estar próximo do inimigo, ainda que atrás, lhe era imperativo: nada sabia daquelas terras de posse de seus anfitriões, e o trecho já percorrido era demasiado extenso para voltar autonomamente à origem; o que estava à sua frente, tampouco conhecia, motivo pelo qual, e único motivo pelo qual, submetia-se a seguir seu contendor” … Mais Causos de Dinho e Rambinho

Mário Sérgio Dias Bacelar

Uma pessoa só morre quando morre a testemunha. Então, Bomfim Brown, Paulo Preto, Paulo Nunes, Jota (João Carlos Ferraz Barbosa), Fernando Zamilute, Tião (Sebastião Passos), Álvaro Amorim Filho, Luiz Carlos Ribeiro, Hércules Vilares e tantos outros amigos e amigas somos testemunhas e por isso o Grego continuará vivo em nossas memórias. Em outra dimensão, além dos seus parentes, ele terá a oportunidade de se encontrar com Simone, Luciano Popó. Nivaldo Bozim, Erivaldo, o Peri, Grimoaldo, o Caculé, Pedro, primo de Caculé, Marcão Menezes, Clazildo, e tantos outros e outras que já partiram para a vida eterna. … Mais Mário Sérgio Dias Bacelar

Dona Guilé

Seu nome era Guillhermina, mas todos a conheciam como D. Guilé. Era irmã de Seu Jorge, Seu Aurélio, Seu Zeca e D. Maria. Mãe de Anésia (dócil e terna que nem essa jamais existirá), Alício, Arlindo e Nemira. Era unha e carne com a cunhada, outra dócil como todas as flores: Tia Fulô! O semblante era costumeiramente sereno e sério. Não era de muito papo, passava “rabo de olho”  para os netos, mas tinha um bonito e contido sorriso.  … Mais Dona Guilé

E esse menino aí é pagão?

Tio Zeca, filho caçula de vovô, após alguns anos de pesquisas em documentos cartorários, cartas, fotografias, entrevistas com antigos moradores dos lugares por onde seu pai passou, além de conversas com familiares, veio a escrever o livro “Álbum de Família”, onde faz alguns recortes genealógicos e biográficos da família Rebouças, desde a chegada desses portugueses-açorianos na Bahia. Desses escritos, retirei algumas passagens que revelam um pouco da inspiradora pessoa que foi meu avô paterno. … Mais E esse menino aí é pagão?

Uma vila em Irajá

O cronista Valter Freire conta o que o inspirou para escrever essa crônica: “Era uma vez uma vila no bairro de Irajá, subúrbio do Rio de Janeiro. Há semelhanças com a Rua dos Pratos, de Vitória da Conquista. A crônica foi inspirada nas lembranças da Tereza, madrinha dos meus dois filhos”. … Mais Uma vila em Irajá

A última impressão é a que fica

— Francisco, me dê aí um desses muleque seu pra ir abrindo cancela até a casa de Maviel

Foi assim que ordenou meu avô Daniel, logo depois que entrou sala adentro. Trocou meia dúzia de palavras com meu pai, tomou um cafezinho pegando fogo e folgou a fivela do roló, que lhe apertava um dos pés. Eu, Deel e Baia, presentes ali na sala, lhe pedimos a bença (benção, só os padres sabiam falar assim, corretamente) e por instantes ali permanecemos em silêncio submisso, com expressão de anjos imaculados. … Mais A última impressão é a que fica

Rua dos Pratos revisitada

Valter Freire volta à Rua dos Pratos/Prates. Você se lembra, o assunto já foi bem divulgado pelo blog (clique aqui). Ele conta porquê retornou ao assunto: “Fiz uma revisão no texto da Rua dos Pratos. Encontrei duas fotos antigas da casa em que nasci nesta rua. Em uma foto estou com minha filha Camila. Acho que são as únicas fotos da casa, que teve a fachada alterada. Alterou para pior”. Vale a pena você passear de novo por essa rua de Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia. … Mais Rua dos Pratos revisitada