Rosane Vilaronga lança livro de poemas

Escritos por Rosane Vilaronga no primeiro ano (2020) de pandemia do novo coronavírus, os poemas que compõem a obra literária “Poetenas de Quaresia” refletem a essência da autora através da expressão de sentimentos e ideias de quem viveu e ressignificou sua quarentena. Em formato E-book, o livro foi lançado dia 6 de setembro pela Editora Becalete e está à venda diretamente com a autora através do WhatsApp (71) 99911-6685 ou pelo site www.bookbec.com.br

Com versos que proporcionam  uma leitura leve e reflexiva, o livro  apresenta cinco capítulos  independentes e intitulados de maneira sugestiva, que acompanham o leitor em uma  reconceituação com palavras, em uma vivência intensa  com pandêmicos e temposóficos, em ponderações com pensares e sentires, em uma convivência consciente com pessoas e palpites e em um reflorescimento poético com primaveras.

Sobre a autora

Zane – foto J. Anchieta

Rosane Vilaronga é pedagoga, especialista em Educação Especial e atua na área há 24 anos. Poetisa desde a infância, sempre incluiu suas poesias no repertório artístico em sua prática pedagógica. Com a maternidade, descobriu seu dom para a criação de histórias, as quais tiveram suas ilustrações adaptadas e foram incluídas nas experiências literárias dos educandos que, como Rosane, também têm deficiência visual. Durante a quarentena, ela desenvolveu os projetos “Poetenas de Quaresia”, que consistiu na publicação de 100 poemas, um por dia, e “Primaveras”, acompanhando a chegada e todo o decorrer da estação, ambos no Facebook. Suas poesias participam de diversas antologias e coletâneas, organizadas pela Editora Catrumano, Grupo Literarte, Celeiro de Escritores, Editora Brecci Books, Projeto Apparere, Editora Versejar, Revista Cultural Artpoesia, entre outras.

Sobre a inspiração para a obra Zane, como é conhecida, dá pistas: “Durante a quarentena, como forma de mais uma vez tentar compreender os processos internos e toda a agonia que estava acontecendo em nível mundial, e também como um modo de me aproximar das pessoas, virtualmente falando, eu comecei a escrever poesias diárias, as quais chamei de “Poetenas de quaresia”. Nelas eu trouxe um pouco dos meus sentimentos, um pouco da minha visão, algumas reflexões a respeito do quadro mundial ou de pequenas tarefas do cotidiano, de forma leve, às vezes divertida também”, afirma.

Texto de Claudia Patricia Diniz Correia

Assistente social Cress 1.777 5a Região/Ba

Jornalista 3284 DRT-Ba


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