Você sabe quem nasceu aqui?!

Quem acompanha o blog vai ter o privilégio de conhecer as crônicas que o advogado e professor universitário André Bonelli trará em sete capítulos. São histórias reais que trazem recordação, saudade, alegria, bom humor. A primeira tem este título instigante e uma Rural dividindo o protagonismo da história em Brejinho das Ametistas com um adolescente.

Agora, a crônica:

Salário é algo que se recebe mensalmente, numa só vez. Pelo menos essa é uma regra geral que a gente vê e sempre ouviu falar. Mas na roça, nesse imenso interiorzão afora, as coisas não funcionam assim, pois a remuneração é paga geralmente por períodos semanais, considerando-se os dias efetivamente trabalhados, já que o trabalhador da zona rural nem sempre trabalha todos os dias úteis da semana. Tem os dias santos, os batizados, o dia da feira, a lapada na casa de fulano, a pescaria no caldeirão de beltrano e pro trabalho mesmo não sobram muitos dias.

Nas sextas-feiras pela manhã, às vezes até antes da aula no Norberto Fernandes, eu ou Deel era escalado para viajar até Caetité onde era sacado no Banco do Brasil o dinheiro, em notas miúdas, para pagamento semanal dos trabalhadores que prestavam seus serviços na Malhada, fazenda que meu pai comprou nas mãos do velho Raul Brito, que depois do negócio se tornara seu estimado amigo.

Já ficava na expectativa diante da possibilidade de que eu viesse a ser o escolhido para a apanha do dinheiro da feira dos empregados e isso era muito prazeroso pra mim porque, conquanto tivesse no auge dos meus dezesseis anos, tinha a vaidade de estar fazendo algo que geralmente só os adultos faziam, que era pegar a estrada dirigindo sozinho e entrar num Banco pra sacar dinheiro. Duas coisas impensáveis hoje em dia. Como atualmente, aos dezesseis anos, um adolescente poderia sair dirigindo numa autoestrada tão importante como aquela que, inclusive, já interligava o fluxo de carros de Goiás para a Bahia? Seria inimaginável!

Mas não é só. Você pode estar imaginando como é que eu, naquela idade, poderia sacar dinheiro, já que menores não têm acesso a este tipo de operação bancária. Mas isso eu explico: meu pai era muito amigo de dois funcionários do Banco, um era Roberto Cavalcante, seu velho companheiro de jogar conversa fora e de tomar umas e outras; o outro, o gerente Quirino. Então, naquelas tardes de sexta, era só ingressar no estabelecimento, me dirigir à Gerência e tudo estava resolvido. A quantia me era entregue num pequeno pacote, uma vez que era todo de dinheiro miúdo, exigência dos trabalhadores pra facilitar troco na feira de sábado, em Caculé.

Existia ainda um outro fato improvável para os dias atuais, é que eu também viajava com dinheiro vivo por essa estrada, sem o menor risco de assalto.

Era uma Rural de duas cores e por isso esse tipo de pintura era chamado de saia e blusa. Branca e vermelha, esse era um dos carros mais apropriados para os caminhos de então, porém mesmo assim nada aguentava tantos solavancos. De Caculé para Caetité são pouco mais de 70 quilômetros de distância, que eram todos percorridos em piso de terra, com muitos bicos de pedras, costelas de vaca e buraco de toda ordem.

Volta e meia, o carro era entregue a Tonhão, competente mecânico em caminhões Diesel e que também dava manutenção em qualquer coisa que tivesse motor e quatro rodas.

Quando eu chegava em sua oficina, começava a relatar os problemas que apareciam na Rural e ele, que recebia a freguesia ainda de cócoras, assim permanecia até concluir suas impressões sobre o defeito relatado. Tonhão geralmente me dizia a mesma coisa.

— Rodando por onde vocês rodam e passando por onde passam, não tem carro que aguente…

Naquela sexta-feira, como de costume, passei no Posto W3, que ficava quase que defronte a oficina de Tonhão, completei o tanque e iniciei a diligência. Juro que desta feita a estrada estava pior do que nunca. Era mês de agosto e como já não chovia desde março, a poeira era insuportável. Aqui e acolá um carro pra ultrapassar e tome-lhe poeira; um outro já em sentido contrário e tome-lhe mais poeira. É bom lembrar que era uma época em que ar-condicionado em carros no Brasil nem se cogitava, a não ser por cara encomenda e apenas em uns dois modelos — basicamente o Ford Galaxy e o Dodge Dart —, de modo que essa poeira toda era sentida na pele, sem qualquer espécie de filtro, acompanhada de muito calor ou de um frio congelante, a depender do tempo do momento.

Já na ida comecei a pensar em vir por um caminho alternativo, usado de vez em quando por nós sempre que essa estrada convencional, que passava por Ibiassucê e Pancadão, se encontrava em condições ainda piores do que costumava ser. Esta via alternativa era uma estrada de terra utilizada por velhos caminhões que carregavam minério entre as pequenas cidades de Licínio de Almeida, onde estava a estação de trem da Leste (RFFSA) por onde se embarcavam as pedras, e Brejinho das Ametistas, terra das minas, sendo que Caculé e Caetité se situavam nas extremidades dessa estradinha.

Peguei o dinheiro na mão do Gerente, contei na sua presença, nota por nota, reempacotei as cédulas e dele me despedi, como fazia com frequência. Já sabia por onde retornar a Caculé. Subi a serra pela estrada que dá acesso a Guanambi e no seu topo dobrei à esquerda, ingressando na estradinha que me conduziria à Brejinho das Ametistas. Essa via, de construção rudimentar e com poucas obras de engenharia, seguia sempre pelo alto da serra, que integra a cordilheira da Serra Geral, com vegetação rasteira e pequenas árvores esparsas e retorcidas, cenário, portanto, típico do Cerrado e que ali na região também é chamado de Gerais. É uma chapada com altitude em tornos dos mil e cem metros acima do nível do mar, de vento cortante e de temperaturas relativamente baixas para os padrões sertanejos, onde, entre junho e agosto, os termômetros chegavam a marcar algo em torno dos seis a oito graus.

Viajar por ali me trazia um misto de melancolia e alegria. Melancolia que me chegava pelas mãos do frio fino, seco e da quietude daquele planalto. Ali, por algum tempo, era eu, a Rural e as serras; um companheiro do outro. Aquela solidão me remetia a uma sensação de que somos mais fortes quando estamos na companhia de outras pessoas. Será? Será que isto é sinal de nossa fragilidade?

Me lembro agora de um poema de Fernando Pessoa que talvez responda a essa indagação.

Enquanto não atravessarmos

a dor de nossa própria solidão,

continuaremos a nos buscar em outras metades.

Para viver a dois, antes, é necessário ser um.

Estar só naquele lugar me parecia mais solitário do que quando ficava sozinho em qualquer outro lugar. Viajando naquela estrada a solidão soprava mais solitária. Nunca entendi isso direito!

Ao mesmo tempo, sentia uma sensação boa, agradável. A satisfação vinha do visual belíssimo, inigualável daqueles matos rasteiros e retorcidos de Gerais. Essa paisagem de plantas silvestres e horizonte infinito era algo fantástico. Me remetia a um espaço de liberdade plena. Era muito lindo tudo aquilo! Eu, a Rural e as serras.

— Mas não é possível!! Que será que está acontecendo?

Falei comigo mesmo, com indignação e perplexidade. A Rural foi perdendo potência aos poucos, o motor engasgando até que parou de funcionar de vez. Era um trecho plano e em ligeiro declive, de modo que, mesmo com o motor desligado, fui encostando por cima de umas moitas de rabo de raposa, capim nativo dali e parei. Tentei botar o motor pra funcionar por mais algumas vezes, mas foi em vão. O arranque berrava sozinho e o motor não pegava.

Olhei para um lado e para outro e não via nada nem ninguém. Nenhuma casa distante, ao menos. O sol já iniciava sua despedida do dia e o frio da boca da noite ia chegando decisivo. Pensei em esperar dentro do carro até que pudesse passar um daqueles velhos caminhões de minério, pra eu pedir ajuda. Não! Antes tinha que tentar consertar eu mesmo o problema. Abri o capuz, passei a vareta que escora o capuz pelo trilho de cano até que ela encostasse no fim do curso, próximo ao para-brisa. Pronto, ali estava eu em frente daquele antigo seis cilindros de noventa cavalos, coroado pelo grande filtro de ar a banho de óleo. Conferi os cabos de velas, o encaixe da bobina, as braçadeiras da tampa do distribuidor, mas estava tudo em ordem. Isto era o máximo que eu sabia fazer.

Não passava ninguém por ali. Peguei o pacote de dinheiro e pus num pequeno cofre que a Rural tinha debaixo do banco do motorista, onde também se alojavam o macaco e a chave de rodas. Tranquei o carro e lancei os olhos sobre aquela imensidão de mundo, sabendo que logo dali há uns dez quilômetros chegaria à pequena Brejinho das Ametistas, pois já tinha me distanciado quase uns vinte de Caetité. Comecei a andar já com a noite fechando o arco do horizonte.

Estrada de Brejinho das Ametistas – foto: Fábio Alves

Depois de ter caminhado quase a metade do trajeto passou por mim, em sentido contrário, uma velha C14 carregada de estacas. Não parou. Confesso que tive dificuldades em identificar se era mesmo um carro que vinha na minha direção porque, com um dos faróis queimados, imaginava que seria uma moto. Bem próximo foi que constatei que era uma picape Chevrolet. Seu dono passou por mim como se eu nem existisse. Algo incomum para a época e para o povo daquele sertão.

Batendo o queixo de frio e já com o estômago acusando a fome, entrevi, do alto, algumas poucas e esparsas luzes mais abaixo. Era só descer a ladeira e pronto, estava eu no mais famoso distrito de Caetité. Brejinho das Ametistas é um antigo centro minerador de ametista. A mineração, à época, era realizada por uma firma alemã e muitos garimpeiros nativos da própria região.

Brejinho das Ametistas

Fui entrando pelo pequeno arruado cheio de esperança e com a sensação de estar ingressando na civilização. Puro exagero. Brejinho não passava de um aglomerado de poucas casas, algumas muito antigas, e, que eu me lembre, apenas uma rua com calçamento de pedras redondas, irregulares e mal assentadas. As demais ruas deviam ter sido encascalhadas há muito tempo. A energia elétrica era fornecida por um motor estacionário, algo comum na época, e, certamente, as luzes não deviam permanecer acessas depois das nove da noite. Então, pensei, a luz deve apagar daqui a mais ou menos uma hora.

— Moço, o senhor sabe onde tem uma oficina por aqui…, um mecânico?

— Olha menino, você passa aquele poste ali, dobra e vai ver um portão azul escuro, aberto e escorado na parede. Grita, porque Osvaldino Mão Preta mora no fundo. Ele é o mais entendido daqui!

Segui à risca o itinerário e, de fato, lá se encontrava o velho portão aberto e escorado na parede, tal como informado. Não precisei gritar, o tal Osvaldino Mão Preta estava debruçado no motor de um estragado Jeep ’52, certamente originário de resto de estoque da Segunda Guerra Mundial, que o governo americano tratou de espalhar pelo mundo afora, após o fim das suas operações militares. Esse carro era facilmente reconhecido pelo capuz alto e faróis junteiros. Pra ajudar na fraca iluminação da oficina, o mecânico segurava numa das mãos uma daquelas lanternas com lâmpada envolta por uma amassada treliça de arame, típica dos mecânicos de então.

Cumprimentei o cidadão com o jeito de quem já estava implorando um favor. Ele, concentrado, demorou um certo tempo para responder, mas se virou para mim, baixou o foco da lanterna e respondeu ao cumprimento. Contei-lhe a história, relatando os sintomas apresentados pela velha companheira alvirrubra

— Ô meu filho, eu tô terminando aqui um negócio e meia horinha nós vamo lá.

Pra mim aquelas palavras soavam como música. Me sentia reconfortado e tranquilizado pelo aceno do seu Mão Preta, apelido que deve ter adquirido pela graxa impregnada que observei em suas mãos. Mas a fome era grande. Acho que adolescente é assim mesmo, come por dois; nunca vi! Perguntei a ele onde poderia comer alguma coisa àquela hora.

— Aqui? Que nada… Ó pra te dizer melhor, depois que dobrar ali a esquina, pra cima tem uma budega, mas não tá mais aberta. Bata na porta e espera que a véia atende você.

Não contei dois tempos. Sai trotando e fui chegando na rua meio escura da tal budega. Era uma casa antiga, com eira no telhado empretecido pelo tempo e umas quatro ou cinco portas, uma ao lado da outra. Bati numa delas e quase não ouvi o som dos meus dedos na madeira. Era madeira de lei, maciça.

— Boa noite. Minha senhora, meu carro quebrou em cima da serra e eu não comi nada até agora. A senhora tem comida aí? Qualquer coisa serve… tá bom demais!

A velha lançou sobre mim um olhar de espanto e piedade, como quem diz: isso é lá hora? Mas que, ao mesmo tempo, sentiu pena da minha cara de carente. Abriu mais um pouco a porta e eu fui entrando. Só havia um fifó de querosene sobre o balcão mal aparelhado, que me parecia ter sido feito a facão. Nas prateleiras não vi muita coisa e antes de tirar minhas conclusões a senhora foi adiantando:

— Menino, nessa hora não tenho mais nada, só se for sardinha, daquelas latas ali. E lá dentro ainda tem farinha.

Nada mais me aguçava o apetite do que aquelas sardinhas que avistei. Era uma pilha de latinhas e a dona da budega, já voltando lá de dentro, apanhou uma delas, abriu e encostou ao lado a farinheira, daquelas que a gente corre o polegar na tampa para abrir.

— Muito bom! E pra beber, a senhora tem alguma coisa?

Maravilha! Era uma autêntica garrafa de Tubaína, natural é claro, porque geladeira ali, nem pensar. Me senti como se estivesse num chique restaurante parisiense em pleno Quartier Latin. Olhando aquele prato de esmalte branco, com farinha até a metade, não tive dúvida: derramei a lata de sardinha dentro, fiz a sofisticada mistura e, com uma providencial colher de sopa, fui saboreando cada bocada. Lá de vez em quando, um gole de Tubaína pra ajudar na condução do alimento e, depois, mais outro e mais outro até que encerrei um dos jantares mais palatáveis e aromáticos da minha vida.

Enquanto traçava o majestoso prato, a pobre velha olhava pra mim e ia me perguntando essas coisas que todo nascido no lugar vai perguntando a quem chega de fora. Como é seu nome e veio de onde? Quantos anos você tem? e assim por diante. Quando terminei de degustar o refinado banquete, ela levantou-se do tamborete, arqueou os ombros, puxou a respiração, mirou os olhos na direção das prateleiras mais altas antes de dirigi-los a mim e perguntou, cheia de imponência e orgulho:

— Meu filho, você sabe quem nasceu aqui nesta casa?

É claro que não me passava pela cabeça nenhuma resposta que me parecesse lógica. Como é que eu poderia saber quem seria esse tal que teria nascido ali? Imaginei por alguns segundos se seria possível alguém importante ter nascido naquele fim de mundo e, claro, conclui negativamente no meu silêncio. Mas, confesso, estava completamente curioso.

— Pois é, foi o grande Waldick Soriano e foi no dia 13 de maio de 1933, quando eu já era moça feita. Ele me conhece!

Ao dizer que Waldick Soriano a conhecia, falava isto com determinação e pompa. E olhava pra mim aguardando minha cumplicidade à sua reverência. Eu, que na época ouvia basicamente os enlatados rocks americanos e ainda as derradeiras músicas da era jovem guarda de Roberto Carlos, tive que fazer um certo esforço para dar-lhe a impressão de que também estava emocionado com a notícia. Seria até uma forma de agradecimento àquela velha senhora que me acolheu e matou minha fome. Encostei o prato de lado, engoli a última gota da Tubaína e falei com a vibração de um fã:

— Dona, eu vou dizer uma coisa à senhora: nunca imaginei jantar na casa em que nasceu o ídolo Waldick Soriano; nunca isto passou por minha cabeça. É muita honra. Jamais vou me esquecer disto e vou contar essa história pro resto da vida.

No mesmo velho Jeep ’52 que Osvaldino Mão Preta estava terminando um serviço, subi a serra de volta. Depois de duas ou três tentativas de botar o motor da Rural pra funcionar, ele logo foi dizendo: é o rotor.

Abriu o distribuidor, retirou a peça, lixou e a colocou no mesmo lugar. Paguei, agradeci e segui viagem.

André Bonelli

a-bonelli@uol.com.br


8 comentários sobre “Você sabe quem nasceu aqui?!

  1. Brown e Fernandinho me falaram desta crônica. Comecei a ler. Vi logo no início que o autor domina e domestica as palavras, traz o vento, o barulho e o cheiro da maltratada estrada do interior à medida em que descreve o pensamento. Ouvi o barulho da irritada Rural. E eu estava no meio das narrações do Autran Dourado, que dourava meus dias na juventude. Autran? Que porra é essa? Parei e fui ver o nome do autor. Não é o mineiro que eu lia e mesclava a leitura com um poeta de além mares. Continuei a leitura e o poeta Pessoa apareceu. Parei, respirei, pirei. E continuei…. O nome Caetité é presença fundamental na minha educação. Desta cidade-mãe vieram a professora Juraci Públio de Castro e o seu tio professor Everardo Públio de Castro, dois educadores fodas para algumas gerações em Vitória da Conquista. D. Juraci foi professora minha e de 5 irmãos. Baixinha, inteligente, moderna, devo gratidão, amor e devoção. Professor Everardo era o mais festejado e querido da época. Mas foi preso pelo regime militar e proibido de dar aula no curso ginasial. Permitiu que apenas no curso primário ele pudesse ensinar. E ensinou bem. Mas voltando à estrada e budega, eis que o autor retratou um momento em que voltava de Porto Seguro para Conquista, e numa budega poeirenta e xexelenta, com a bunda doendo de viajar num jeep, matei a fome com uma lata de camarão seco e coca-cola quente. A mão preta do Osvaldinho, preta da margem da vida e da graxa dos carros também às margens de tudo são as mãos que vi. Assim como vi as rugas da velha orgulhosa do Waldick, que trouxe alegria às morenas à margem das cidades e que hoje é reconhecido como um clássico brega. Waldick foi uma ametista. E o Osvaldinho retirou, tirou, voltou e ficou guardado em uma ou mais memórias. Parabéns, cara, você ESCREVE!

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  2. Cara, que crônica foda! Estou embevecido com o Bonelli. Amanhã, após dar um pé na bunda de Crivella e Paes, tentarei escrever.

    E com um cronista tão bom, estou sem coragem de mandar minhas loucuras.

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  3. Bom dia, preciso falar com o Brown ( Bonfim), se possível entrar em contato com Sirlene, trabalhamos juntos na TV educativa. Meu contato 73 991400216 ou 988285552. Aguardo retorno.

    Enviado do Yahoo Mail no Android

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