Livro conta vida profissional do radialista Martinho Lélis

‘Martinho Lélis – Memórias de um Cronista Esportivo’ é o nome do livro-biografia, com selo da Egba, a ser lançado neste sábado, dia 30, às 13 horas, na Arena Aquática – espaço onde se localizava o antigo Clube Português da Bahia – bairro da Pituba, em Salvador, e que marca a estreia deste conceituado radialista como escritor.

Dentre outras coisas, ele traz depoimentos de companheiros de longas jornadas, como Antônio Matos, Jorge Sanmartim, Édson Almeida e Edmílson Ferreira. “Com isto, a leitura ficou mais enriquecida”, disse o generoso Martinho Lélis de Santana, confessando-se realizado com a publicação do título: “Era um antigo projeto meu o de colocar no papel, para o grande público, a minha vida profissional, o que agora, felizmente, consegui concretizar”.

Tendo no vasto currículo a cobertura de Copas do Mundo, além de uma Olimpíada, Martinho ou ‘De Lélis’, para os mais próximos, narra, com leveza e criatividade, as histórias vividas nestes seus 50 anos de jornalismo, como plantonista, repórter, redator, comentarista e chefe de equipe. Seu forte é o futebol, mas também atuou, com desenvoltura, em outras áreas do esporte, a exemplo do automobilismo, do boxe e da natação, dentre outras modalidades.

Descoberto pelo consagrado radialista Carlos Lima, no início dos anos 60 do século passado, começou na Cultura, então sediada no Campo Grande. Demorou pouco tempo no plantão – onde inevitavelmente passavam os focas – e, rápido, se transformou num excelente repórter: destemido, cuidadoso na apuração das notícias, preciso nas informações e dono de muitas fontes.

Nascido e criado na Baixa de Quintas e estudante de colégios públicos, Martinho sempre foi uma pessoa determinada. Não só atuou no rádio – além da Cultura, Sociedade, Excélsior e Clube – como teve também passagens marcantes pelas mídias impressa (Diário de Notícias) e televisiva (TV Aratu), notabilizando-se por produzir matérias exclusivas e fornecer importantes informações, muitas delas inéditas.

Aos 80 anos, ‘bem vividos’, conforme qualifica, servidor municipal aposentado – trabalhou na Secretaria de Esportes da Prefeitura de Salvador – casado com Aurelina (Lelinha) Santana, e momentaneamente fora das atividades radiofônicas, ele avisa que ‘está na área’, ressaltando que “ainda tenho muita lenha para queimar”.

Esse texto é mais uma excelente colaboração do jornalista e delegado de Polícia, Antônio Matos, a este blog.

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