Advogado baiano concorre ao Prêmio Innovare

Com projeto que tem o objetivo de desafogar o Judiciário e criar alternativas para o futuro da advocacia brasileira, o advogado Edson da Silva Góes Junior foi selecionado para concorrer ao Prêmio Innovare.

A colaboração ao blog é do jornalista Miguel Brusell.

Advogados Edson da Silva Góes Junior e João Batista dos Santos Figueiredo - Foto Divulgação

Advogados Edson da Silva Góes Junior e João Batista dos Santos Figueiredo – Foto Divulgação

Concorrendo ao Prêmio Innovare com o projeto “Justiça para todos: criando núcleos municipais de conciliação”, o advogado Edson da Silva Góes Junior, mais conhecido como Dr. Góes, apresenta alternativas para dois problemas crônicos da Justiça brasileira e que parecem sem solução: a demora dos julgamentos e a falta de perspectiva para o profissional bacharel, que não foi aprovado pela Ordem dos Advogados para exercer a profissão.
O Instituto Innovare tem o objetivo de identificar, premiar e disseminar práticas inovadoras realizadas por magistrados, membros do Ministério Público, defensores públicos e advogados de todo Brasil, que estejam aumentando a qualidade da prestação jurisdicional e contribuindo com a modernização da Justiça Brasileira.
Para concorrer, os interessados de todos os estados, instâncias e esferas da Justiça brasileira inscrevem suas práticas, com resultados comprovados, para concorrer. As que são selecionadas são visitadas por consultores especializados, analisadas e julgadas pelos membros da Comissão Julgadora. A cerimônia de premiação ocorre em dezembro.
No dia 8 de julho, o advogado Edson da Silva Góes Junior recebeu a visita dos inspetores do Prêmio Innovare e as congratulações pelo trabalho em prol do aprimoramento da Justiça no Brasil. Na oportunidade, os inspetores reconheceram seu projeto de municipalização dos núcleos de conciliação como um dos mais importantes para advocacia brasileira.
O projeto também foi apresentado à 3ª Vice-Presidência do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, membros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a autoridades federais e outros Tribunais do País durante o mês de maio e junho.
Afirma o advogado Edson da Silva Góes Junior, que o que confluiu no mês de julho com a edição da Lei 13.140 de 26/07/2015, que prevê a regulação da mediação e arbitragem na solução de conflitos que envolvam entes públicos federais, estaduais e municipais. “Quando começamos o projeto no sul de Minas diziam que era loucura, pois não havia boa vontade! Agora temos Lei e boa vontade”, declara o advogado Edson da Silva Góes Junior.
Este projeto não só resolve as dificuldades de implementação que existem nos projetos dos Tribunais Estaduais para Comarcas e municípios menores, mas também resolve o problema do bacharel em Direito que a OAB nunca conseguiu dar uma solução, afirma.
O desenvolvimento do projeto criará milhões de vagas de oficiais de diligências, conciliadores e mediadores em todos os municípios do país e, que poderão ser exercidos por bacharéis em Direito com curso e qualificação especifica. Segundo advogado Edson da Silva Góes Junior, “cabe às escolas de Direito perceberem isso e promover o aprimoramento”.
O projeto teve sua origem quando o advogado ainda estava na OAB, “o tempo que estive na OAB/SP pude acompanhar de perto o trabalho na comissão do acadêmico de Direito e percebi a insegurança que a escolha do curso gera, inclusive causando sérios problemas de frustração e pânico. Esse projeto irá dar um caminho ao bacharel”.
Trajetória profissional
Edson da Silva Góes Júnior é advogado, inscrito na seccional da OAB Bahia, Bacharel em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela UNIFACS, Pós-graduado em Gestão Pública pela Uneb, músico coralista/barítono do Coral XI de Agosto da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP).
Foi presidente da comissão do advogado iniciante da OAB/BA e durante aquele mandato, após visitas a diversas cidades do interior para conhecer a realidade do novo advogado no Estado e participação em eventos nacionais da OAB, apresentou projetos e reivindicações da classe ao Conselho Federal e promoveu o primeiro encontro nacional o que culminou com a criação do colégio nacional de comissões de novos advogados do Conselho Federal da OAB, do qual foi o primeiro presidente.

2 pensamentos sobre “Advogado baiano concorre ao Prêmio Innovare

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