Mais queixas contra a Renault

A reclamação de Antônio Matos contra a Renault trouxe outros protestos. Paulo Bina e Ana Martha Falzoni também reclamam do mau atendimento  e dizem o que fizeram:
Renault
Pense num inferno, é a assistência Renault na Bahia
*Paulo Bina
O texto abaixo é de uma cartinha, sem copy, que tentei fazer chegar à Renault falando da Brune, concessionária da Paralela
P.S. para Matos. O meu Fluence também é 12/13, placa OKL-7425.
Salvo o atendimento do consultor Luan, o serviço da Brune é abaixo de qualquer consideração. É horrível e, apesar de gostar do Fluence não recomendo a ninguém. Nunca mais compro um carro da Renault por conta da Brune e tenho feito propaganda entreouvidos contra e também nas redes sociais.
Vou listar alguns probleminhas que vivi:
1 – precisei de dois meses e meio para receber uma cobertura de retrovisor, uma carenagem que protege o pisca. Cheguei a receber um telefonema para ir retirar, fui lá no sábado, e depois de meia hora, me mandaram de volta alegando um engano. Quando o material chegou era do lado errado, embora a caixa garantisse outra coisa. Descobri na oficina e tiver de voltar para fazer a troca. Foi, aparentemente embalado errado de fábrica.
2 – Tive problemas com ar-condicionado. Funcionava só de vez enquanto, nunca com o carro com motor quente. Precisei levá-lo à Brune por três vezes, sendo feita “revitalização do sistema” o que não mudava nada. Carro frio, saindo da oficina ou garagem o compressor entrava. Depois… Na terceira vez que fui à Brune, irritado só admiti sair depois de falar com o responsável. Desliguei o carro por dez minutos e fizemos o teste, aí, e só aí, ele admitiu o defeito. Era um sensor pifado. O termostato.
3 – Em decorrência de chuvas acabei passando numa “lagoa” perto de casa. No dia seguinte o painel me alertou que havia algo de errado com um dos sistemas do carro (não lembro a palavrinha mágica). Levei na Brune, fizeram o serviço, tive um custo pequeno, pois a maior parte a garantia englobou. Não consegui explicação se tinha algo a ver com a chuvarada, mas quando saí com o carro o aviso continuava no painel. Um técnico veio olhar, simplesmente me explicou que tinham substituído parte das peças (ou apenas de um lado) e amarguei outras duas horas de espera.
4 – o pior aconteceu antes da revisão de 20.000, quando um alerta no painel informava da baixa carga da bateria da chave. Pedi para verem isso na revisão, as consultores do balcão me disseram que a bateria não trocava. Iam mandar dar uma carga, não desse certo teria de trocar a chave-cartão. Voltou do mesmo jeito e dias depois não consegui entrar no carro. Bateria arriada. Sem encontrar a chave reserva, fui à Brune atrás de orientação e nada. Primeiro deram uma “carga” na chave-cartão. Não funcionou. depois era para encomendar outra chave-cartão, de que não tinham disponibilidade e entre uma coisa e outra fiquei uma semana com o carro na garagem, usando táxis, até que o serviço de reboque (funcionou bem, rápido e eficiente). Só quando o reboque chegou foi que eu soube que o cartão-chave se desdobra e tem uma chave mecânica que se insere na parte de baixo da maçaneta… Depois vi que isso era simples, estava no manual, trancado no carro. Tanto que o Fluence subiu no reboque por seus próprios meios, sem ser guinchado. No dia seguinte foi que o chefe da oficina não encontrando defeitos para justificar o reboque falou comigo. expliquei o problema da chave e ele abriu o compartimento da bateria que troquei no shopping vizinho por quatro reais.
5 – Finalmente fiz a revisão de 30 mil agora, levei o carro com 29.100 quilômetros, revisão foi feita, mas o painel continua a me alertar para agendar a próxima revisão. Ah! tive outro problema com a refrigeração, foi diagnosticado como furo na serpentina e reparado – depois de espera de 11 dias, no calor.
É o cúmulo, o fim do mundo. Uso a Brune porque é vizinha a meu trabalho e a outra revenda da Renault fica num local de permanente engarrafamento, daí que dificilmente retorno a esta marca – que vende bem na Bahia. Tive antes dois Civic, um City e dois Corollas. Nada no ar-condicionado desses veículos que usei por 30 meses em média. Estou perto de trocar de carro, mas devo voltar aos japoneses, pois a França pelo visto é bom apenas de se visitar – espero ainda ir a Paris. A Brune bota a Renault para baixo aqui na Bahia.
Em tempo: O local disponível para digitação nos e-mails em que querem saber da nossa satisfação é horrível. Pequeno, de acesso difícil de ser encontrado…e a mensagem acaba não indo. Incrível.
*Paulo Bina é jornalista
É preciso fazer valer nossos direitos
*Ana Martha Falzoni
Tive problemas com atendimento, durante uma revisão na Renault. Um problema bem menos complicado, mas botei a boca no trombone. Mandei carta para a presidência da empresa, com cópia para todos os diretores, imprensa e Ministério Público. Eles se retrataram e troquei de carro com um tremendo desconto na ocasião. Fui chata, chatérrima. Venci pelo cansaço… é preciso fazer valer nossos direitos. Mas também não pretendo ter mais carro da Renault. Mudei para Chevrolet, por enquanto.
*Ana Martha Falzoni é jornalista e psicóloga

Um pensamento sobre “Mais queixas contra a Renault

  1. Pingback: big brown __ | falandonalata1

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