Nestor lança “Nunca Mais! 25 anos de luta pela liberdade no Esporte Clube Bahia”, no dia 26, quarta-feira, na Fonte Nova

Em 2008, o blog postou a alegria de um ídolo assumir a presidência do clube, no caso, Roberto Dinamite – maior artilheiro da história do Vasco e dos campeonatos brasileiros. Seis anos depois vimos que a experiência foi válida na ideia, na filosofia, na prática o ídolo, ao deixar o político, deputado Carlos Roberto de Oliveira (nome completo do Dinamite) substituir o artilheiro em termos de ego e administração, fracassou. A lembrança é para citar o Esporte Clube Bahia, que promoveu uma eleição democrática e revelou que o clube pertence aos seus torcedores. E para mostrar ao mundo essa experiência, o jornalista e advogado Nestor Mendes Júnior lança na quarta-feira, 26 de novembro um livro que é um verdadeiro testemunho da revolução no “Tricolor de Aço”.

Capa - livro Nunca Mais!  Nunca Mais! 25 anos de luta pela liberdade no Esporte Clube Bahia,  de Nestor Mendes Jr., com apresentação de Juca Kfouri

 Trechos do livro

 “A luta pela democratização do Bahia fez história no Brasil. Nunca havia acontecido de uma torcida tomar as ruas para destronar a cartolagem carcomida como se viu em Salvador. Normalmente os processos de insatisfação contra diretorias de clubes nasciam e morriam entre as paredes das agremiações e, na verdade, pouca mudança traziam, em regra seis eram trocados por meia dúzia. No Bahia foi diferente, num comovente movimento de fora para dentro, na busca da devolução do clube aos seus (muito mais que seis…) torcedores.”

Juca Kfoury, na apresentação de Nunca Mais! – 25 anos de luta pela liberdade no Esporte Clube Bahia, de Nestor Mendes Jr., que será lançado dia 26 de novembro, às 18h30, na Itaipava Arena Fonte Nova.

XXX

“O marco na luta contra a ditadura no Esporte Clube Bahia é o Movimento de Renovação do Bahia, MRB, que nasceu em outubro de 1989 e reuniu cerca de 50 nomes como os de Antonio Álvares Miranda e seu filho, Antonio Miranda, Virgílio Elísio, Rubens Araújo, Arquimedes Pedreira Franco, Ary Pacheco, Zelito Bahia Ramos, Saul Quadros, Ênio Carvalho, Edmundo Pedreira Franco, Luís Osório Vilas Boas e Antonio Pithon, entre outros. O grande conselheiro benemérito Antonio Miranda concedeu uma entrevista ao jornalista Paulo Leandro, em A Tarde, edição de 2 de outubro de 1989, em que mandava, sem rodeios, o recado: ‘Do jeito que a imprensa divulga, parece até que foi Paulo Maracajá quem construiu o Bahia sozinho e é um superpresidente capaz de tudo, quando na verdade ele está comandando toda uma infraestrutura construída com muito sacrifício desde 1931’.”

XXX

“O movimento “Maracajá: Devolva Meu Bahia” foi o primeiro tiro disparado publicamente contra o responsável direto – e não endereçado somente aos bonecos de ventríloquo – pelos mandos e desmandos no Esporte Clube Bahia. Era, de fato, o marco do primeiro movimento oposicionista contra Maracajá. Rendeu ao grupo, entre outros dissabores, um processo intimidatório, movido por Maracajá na 9a Vara Crime. No dia da audiência, por sinal, os rapazes foram antecedidos por um réu que mobilizou grande aparato de segurança e todo o arsenal de metralhadoras da Bahia. Contudo, em compensação, o adesivo e o seu mote, criado por Durval Luiz Saback Silva, o Dudy Silva, foi um espetacular, e duradouro, fenômeno de marketing político, sucesso de público e de crítica.”

XXX

“Cruz Rios não alisava. Batia com a mesma força com que Osório arremessara um cinzeiro de vidro, de quase dois quilos, contra Maracajá, em reunião no Edifício Saga. No dia 18 de julho de 1995, em A Tarde, Rios, sob o pseudônimo de Raio-X, metia a bronca: ‘Dizem que por detrás de tudo isso está a figura maquiavélica do Sr. Paulo Maracajá, cuja incompetência para o exercício da função pública em que está investido contrasta com a sua capacidade para a direção de um clube de futebol. Já provou isso. Um deputado calado e um discreto membro do Tribunal de Contas foi, entretanto, um bom presidente do clube, levando-o à vitória em um Campeonato Brasileiro e a várias no Campeonato Baiano. Pondo na presidência do Bahia o inexpressivo Sr. Pernet, como que estaria a imitar, inconscientemente, já se vê, a Luís XV, rei de França: ‘aprés moi le deluge’ – depois de mim, o dilúvio’.”

XXX

“Em carta ao jornalista Samuel Celestino, publicada em A Tarde, no dia 27 de abril de 2005, o próprio Pithon é quem narra o seu infortúnio: ‘Essas pessoas iniciaram um covarde e avassalador ataque à minha pessoa, tentando denegrir toda a integridade – não de um dirigente desportivo – mas de um ser humano. Tentaram, inutilmente, atingir a minha moral, a minha dignidade, o meu caráter, tudo o que eu havia plantado e deixado de exemplo para meus filhos. Desrespeitaram-me sem qualquer escrúpulo, com o mais baixo nível que se pode atingir. Desrespeitaram, até mesmo, a minha história dentro do Bahia e do futebol baiano’.”

XXX

“Marcelo Guimarães recebeu um clube com dívidas zeradas e mais R$ 12 milhões para investimentos do banqueiro Daniel Dantas e seu Banco Opportunity. Oito anos depois, porém, afundou o Bahia em dívidas de R$ 52 milhões, além de uma sucessão de equívocos, vexames e humilhações. Foram quatro anos de permanência na 2ª Divisão: 1998, 1999, 2004, 2005, sendo que o Bahia subiu para a 1ª Divisão, em 2000, por decisão da CBF. Última colocação no Campeonato Brasileiro, em 2003. Quase rebaixamento para a 3ª Divisão, em 1998. Dois anos fora da Copa do Brasil, em 2003 – quando foi 9º lugar no Campeonato Baiano -, e 2004.”

XXX

“Para o rival de Canabrava, Marcelo Guimarães foi mais que uma mãe: agiu como se vestisse como roupa de baixo a camisa rubro-negra. Foram seis títulos baianos, em 1999, 2000, 2002, 2003, 2004,2005; o primeiro tetra em 106 anos de história do rival, em 2005. Foram sete anos sem que a torcida Tricolor experimentasse o gosto de vencer no Barradão: 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004, 2005. Entre os seus feitos – que só seria suplantado pelo seu filho em 2013 – está uma goleada humilhante de 6X2, em 2005. Era um placar inédito desde 1948.

XXX

“As “asas” do engenheiro Fernando Jorge também foram cortadas por Maracajá. Tudo por causa da iniciativa de oferecer um jantar para o presidente Francisco Horta e para o diretor de futebol, o advogado José Carlos Vilela, à época altos paredros do Fluminense/RJ. O ágape, organizado pela anfitriã Virgínia Lomanto Carneiro, foi noticiado pelo jornalista Geraldo Lemos, no Jornal da Bahia, que ainda deu um furo de reportagem: o goleiro Nielsen, titular da Seleção Brasileira nas Olimpíadas de Munique, em 1972, seria emprestado graciosamente ao Bahia. Foi uma ousadia inominável não suportada por Maracajá, que abortou voos mais altos do então jovem sub-diretor de futebol do Bahia.

Nestor Mendes Jr - na Fonte Nova - Foto: Ulisses Dumas - BAPRESS

Nestor Mendes Jr – na Fonte Nova – Foto: Ulisses Dumas – BAPRESS

Nunca mais! – 25 anos de luta pela liberdade no Esporte Clube Bahia

O livro Nunca mais! – 25 anos de luta pela liberdade no Esporte Clube Bahia, do jornalista Nestor Mendes Jr., com apresentação de Juca Kfouri, conta a história de 25 anos do movimento político de oposição que culminou, em 2013, na derrocada do grupo de cartolas que comandava o Bahia desde a década de 1970. O lançamento da obra está marcado para o dia 26 de novembro, às 18h30, na Itaipava Arena Fonte Nova. O preço de capa será de R$ 19,90.

O título da obra foi tomado por empréstimo dos versos do Hino ao Dois de Julho, de Ladislau de Santos Títaro: “Nunca mais o despotismo /Regerá nossas ações/ Com tiranos não combinam /Brasileiros corações”. “A letra do Hino da Independência da Bahia reage a um governo sem leis, em que só uma pessoa possuía o direito de governar e a população não podia nem se manifestar. A mesma coisa acontecia no Bahia. E, posso garantir que, nunca mais, depois da democratização, o Bahia será o clube de um dono só”, explica Mendes Jr.

Fundado em 1931, o Esporte Clube Bahia conta com uma das torcidas mais apaixonadas do Brasil. Foi o primeiro campeão brasileiro, em 1959, repetindo o feito em 1988. Clube de massas, popular, contudo, em mais de 83 anos de existência, o Bahia nunca foi democrático.

O marco da luta pela democracia – uma batalha política renhida deflagrada nos bastidores do clube – é o Movimento de Renovação do Bahia, de 1989, justamente no ano da conquista título de Campeão Brasileiro de 1988 – em decisão que ocorreu no dia 19 de fevereiro de 1989, contra o Internacional, no Beira Rio.

“Durante toda essas décadas após o Bi-Brasileiro, houve uma incontida insatisfação entre os cardeais tricolores, no Centro de Treinamento do clube, o Fazendão, e em parte da torcida, contra o personalismo de Paulo Maracajá. As conquistas do hepta no Campeonato Baiano e do Campeonato Brasileiro de 1988 criaram a nuvem de fumaça que encobriria a verdadeira realidade do clube de um dono só, sem planejamento e sem qualquer visão de futuro”, conta Mendes Jr.

No seu primeiro livro sobre o clube – Bahia Esporte Clube da Felicidade: 70 anos de glórias – o jornalista praticamente ignorou os cartolas, lançando todo o protagonismo da triunfal existência do Bahia sobre os jogadores e a fanática torcida tricolor. “Desta vez, não. Osório Vilas Boas, Paulo Maracajá e seus títeres, os Guimarães, estão todos retratados a partir de fatos, assim como os nomes dos que ousaram se insurgir contra a Bastilha Tricolor. A bibliografia é extensa porque cito todas as reportagens, artigos e livros onde foi retirado o material para essa narrativa histórica”, conta Mendes Jr.

A política, os conchavos de bastidores, a ditadura, a farsa eleitoral, o Conselho Deliberativo de faz-de-conta, os movimentos de oposição, a posição de cada um dos principais atores dessa batalha são os elementos que perpassam todas as 248 páginas de Nunca Mais! – 25 anos de luta pela liberdade no Esporte Clube Bahia.

Estão retratados movimentos como o “Maracajá: Devolva Meu Bahia”, que foi um extraordinário sucesso de marketing, concebido por Durval Luiz Saback Silva – o Dudy Silva; Democracia Tricolor, que foi vendido por um traidor; o nascimento de grupos como Bahia Livre, Unidade Tricolor, Revolução Tricolor e os sites ecbahia.com e BBMP – Bor Bahêa Minha Porra; a Passeata dos 50 mil, em 2006, do Campo Grande à Praça Castro Alves; o Bahia da Torcida e a Assembleia Geral, ambos em 2013, que foram decisivos e fincaram o marco pelas eleições diretas no Bahia.

“Não lutamos e derrotamos a ditadura no Bahia para tomar o poder, mas para que pudéssemos ter regras claras, legais e democráticas por essa disputa de poder. Maracajá dizia que, com a democracia, o “anão do Baby Beef” (em referência ao porteiro de um extinto restaurante de Salvador) corria o risco de ser eleito presidente do clube. Talvez, o anão tivesse mais sucesso que os testas-de-ferro inexpressivos que ele colocou para tomar conta de sua cadeira de presidente. Como escreveu o poderoso jornalista Cruz Rios, em 1996, o cartola imitava a Luís XV, rei de França: ‘aprés moi le deluge’ – depois de mim, o dilúvio”, relata o escritor.

O ex-presidente – e um dos maiores benfeitores do clube, sobretudo na área patrimonial – o arquiteto Antonio Pithon, ganhou um capítulo especial, onde é contada a sua ascensão e queda. Ao manter toda a estrutura de “colaboradores” de Maracajá no Fazendão, Pithon foi sendo minado, solapado, boicotado, diariamente. Tudo o que fazia, inclusive a sua vida privada, era repassado aos seus inimigos aliados. Sobre a controvertida contratação do jogador português Jorge Silva, Pithon não tem dúvida em acusar: “A transferência de Jorge Silva foi boicotada dentro do próprio Bahia. Quando consegui a documentação, em outubro de 1997, machucaram o jogador no treino, impossibilitando-o de jogar”.

O livro também conta a história da dinastia da família Guimarães, pai e filho, no clube. O primeiro contato do pai com o clube já foi muito desastroso. Em 10 de maio de 2005, em entrevista ao Correio da Bahia, o próprio Marcelo Guimarães disse que o seu envolvimento com o Esporte Clube Bahia começou durante a infância, na Ribeira. “Eu acompanho a vida do clube desde 1959. Tinha apenas 10 anos e sua concentração era na Ribeira, perto de minha casa. Eu conhecia todos os jogadores. Era eu quem ia comprar cigarro para Marito, Biriba, Vicente e outros grandes craques do passado”.

Os reinados de “Marcelo I” e “Marcelo II” foram desastrados. São tempos de goleadas históricas para o arquirrival, rebaixamentos por diversas vezes para as Séries B e C do Campeonato Brasileiro, acusações de negociatas e transações poucos transparentes, além de insolvência e total perda de credibilidade.

Nunca Mais! – 25 anos de luta pela liberdade no Esporte Clube Bahia também relata os bastidores da primeira intervenção judicial no clube, em 6 de dezembro de 2011, em ação movida pelo advogado Pedro Barachísio Lisboa, que durou menos de 24h, mas se desenrolaria através do tempo pelos escaninhos e labirintos do Tribunal de Justiça da Bahia. Em 2013, depois de o presidente Marcelo Guimarães Filho debochar e fazer escárnio das decisões da Justiça nas redes sociais, a diretoria do clube é destituída definitivamente, com a posse do interventor Carlos Rátis.

Cansada de tantos desmandos, em 2013 a torcida voltou às ruas, se associou em massa e decidiu pela eleição direta do presidente do clube, realizada no dia 7 de setembro de 2013. Pode se considerar como a primeira revolta popular vitoriosa em um clube de futebol no Brasil que conseguiu destronar a elite dirigente e subverter a ordem até então vigente.

Eleito pelo voto direto dos sócios do Bahia, o presidente Fernando Schmidt cumpriu fielmente as suas promessas de campanha, principalmente no que tange à garantia de absoluta transparência. Sem temor, abriu todas informações do relatório da auditoria, que apontava, preliminarmente, um rombo de R$ 83,2 milhões nas contas do clube.

O seu principal feito nesta área, contudo, foi divulgar a “Lista do Jabá”, divulgando os nomes dos radialistas que se recebiam benesses e eram favorecidos por contratos suspeitos com o clube. Mais de 95% da torcida apoiou a divulgação dos nomes, segundo enquete, realizada durante 10 dias, pelo site ecbahia.com, ouvindo cerca de 5.500 internautas.

A repercussão do “Jabaleaks” – em referência ao Wikileaks, o site de Julian Assange que divulgou sigilos diplomáticos – foi tremenda nas redes sociais. O repórter da Rádio Metrópole, Marinho Júnior, disse no Twitter: “Se for falar de quem o clube dava passagem, não vai sobrar um! Todos recebiam. Todos”! Em reação, o jornalista do Correio da Bahia, Marcelo Sant`Ana, foi enfático: “Rádios, né? Exclua jornal, TV e web. Grato”!

Enquanto a hipocrisia grassava pelos microfones em estéreis notas dissonantes, a torcida do Bahia entrava em convulsão orgásmica. Jura da Ribeira e Vitaum foram a sensação no Youtube com a música “Jabazeira Eu, Jabazeira Ela”, parodiando um sucesso da banda Chiclete com Banana.

Ao final do livro, Nestor Mendes Jr. diz que essa epopéia dos movimentos de oposição foi para garantir a transparência, a lei e a democracia: “Não foi um grupo que chegou ao poder em razão direta da queda de outro. Não foi a vitória da oposição contra a eterna situação. Foi uma mudança definitiva no jeito de fazer as coisas. Foi uma espécie de vacinação coletiva contra o arbítrio. A refundação do Bahia foi operada por sua própria torcida, única e eterna proprietária do destino do Esporte Clube Bahia, nascido em 10 de janeiro de 1931. Nunca mais o Bahia terá um dono: o dono agora somos todos nós, seus sócios e torcedores”.

Nestor Mendes Jr - na Fonte Nova - Foto: Ulisses Dumas - BAPRESS

Nestor Mendes Jr – na Fonte Nova – Foto: Ulisses Dumas – BAPRESS

Sobre o autor

Nestor Mendes Jr., 51 anos, nasceu em São Sebastião do Passé, Bahia. Formado em Jornalismo, pela Universidade Federal da Bahia, e em Direito, pela Universidade Católica do Salvador, trabalhou em diversos veículos de comunicação do Estado, como A Tarde, TV Bahia, Tribuna da Bahia, Correio da Bahia, Bahia Hoje, Rádio Sociedade e Rádio Educadora e como repórter free lancer do Jornal do Brasil. Atuou, fazendo marketing político, em 14 campanhas eleitorais.

É autor do livro Bahia Esporte Clube da Felicidade – 70 anos de Glórias, com 186 páginas, em edição de luxo, que conta a trajetória de 70 anos do Esquadrão de Aço. O livro teve tiragem de 15 mil exemplares, sendo que só no lançamento, em março de 2001, foram comercializados 1.400 unidades e duas centenas de vales-livros porque o estoque logo se esgotou.

10 pensamentos sobre “Nestor lança “Nunca Mais! 25 anos de luta pela liberdade no Esporte Clube Bahia”, no dia 26, quarta-feira, na Fonte Nova

  1. Parabéns a Nestor, que deve ter enfrentado muitas dificuldades para realizar esse livro. Muito bom para todos os torcedores do Bahia e até para quem não é torcedor mas simplesmente gosta de futebol.

  2. Parabéns ao Nestor pelo idealismo.
    O time é muito ruim, os dirigentes são idiotas, mas a torcida do Bahia é poderosa e ainda hei de ver um time de respeito com essa camisa tricolor.
    Vendo idealistas assim, minha confiança aumenta.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s