Irmã Dulce. Há 20 anos…

Matéria jornalística de autoria de José Bomfim, publicada em 22 de março de 1992, em A TARDE

Como passou rápido. Vinte anos. Duas décadas completadas neste 13 de março. Nessa data, em 1992, o repórter José Bomfim e o fotógrafo Wilson Besnosik fechavam com chave de ouro (como se dizia, então), para o jornal A Tarde,  a cobertura jornalística desde o agravamento da doença até a morte de Irmã Dulce.

Tudo passa rápido, a depender da perspectiva. Na nossa perspectiva é rápido demais. Besnosik até já foi embora também. Outro colegas idem (veja artigo em jornal do Sinjorba). Dez mais dez, vinte anos…

Era Irmã Dulce um avatar? Talvez neste 2012 já tenhamos essa resposta…

Clique e visite o santuário da Irmã Dulce.

26 pensamentos sobre “Irmã Dulce. Há 20 anos…

  1. Ter acompanhado os últimos momentos de vida da Santa Dulce deve deixar o jornalista com uma bagagem cultural e histórica muito importante.

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  2. Deve ter sido muito gratificante cobrir aqueles momentos e hoje ver que a personalidade da cobertura, um avatar, como José Bomfim escreveu na época, tornou-se uma santa.

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  3. As reportagens, as lembranças daquele período – cujos acontecimentos relacionados a Irmã Dulce entraram para a história mundial – merecem um livro.

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  4. Fiquei comovida ao ler as reportagens da época que a Santa Dulce dos Pobres desencarnou. Parabéns por trazer à tona esses textos.

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  5. Eu me lembro muito bem da cobertura da imprensa naqueles meses de 1992. Tudo muito levado a sério e com precisão para o público. Parabéns.

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  6. Essas recordações ganham mais importância nesse momento para separarmos o joio do trigo. Como tem gente inescrupulosa pegando carona nesse evento da canonização de Irmã Dulce. Parabéns a quem realmente esteve na frente nas reportagens dos anos 90 e outros que deram seguimento ao fenômeno, sem pensar em aparecer.

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  7. Eu me lembro das boas reportagens do jornal A TARDE. Com o slogan “saiu na TARDE é verdade”, o jornal realmente era o melhor. E no período em que Irmã Dulce ficou acamada eu li essa e outras reportagens.

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  8. Pela maneira que a reportagem foi escrita dá pra ver que era bem diferente dos textos escritos de qualquer jeito de hoje. Legal ver textos de jornalistas com mais qualidade intelectual.

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  9. Parabéns a você e aos seus colegas jornalistas que tiveram a oportunidade de presenciar os últimos momentos da Irmã Dulce física. Agora na pátria espiritual, ela continua ajudando as pessoas na Terra.

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  10. Que experiência maravilhosa essa que você passou! Fazer a cobertura jornalística daquela que viria a ser santa deve ter uma importância muito grande em sua vida.

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  11. Vocês e os seus colegas que estiveram presentes nos últimos momentos de Irmã Dulce deveriam, por justiça, estar em Roma no próximo dia 13.

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  12. As reportagens da época são realmente muito boas. Tive oportunidade de conferir no arquivo do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia.

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  13. Parabéns a todos que estiveram trabalhando para bem informar ao público a situação física de Irmã Dulce, hoje, nossa santa.

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  14. Parabéns a você, José Bomfim, pelo belo trabalho. Trazer ao presente essas reportagens da época servem como ótimos exemplos para os novos jornalistas. Salve Irmã Dulce!

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  15. Pingback: A profecia se confirmou: Irmã Dulce é um fenômeno, uma santa | Blog do Brown

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