Hiperbompreço do Iguatemi já foi uma boa loja

Não ter ônibus nos momentos em que o passageiro mais precisa – seja porque o Sindicato dos Rodoviários decidiu ou por decisão das empresas – é apenas mais um dos problemas no território soteropolitano na categoria desrespeito aos direitos básicos de cidadania.
“Sr. Esse cartão está fora do ar em nossa loja hoje”, disse-me uma operadora de caixa do Hiperbompreço Iguatemi. Ela já havia visto o cartão e passado todas as compras. Questionada sobre o porquê de não avisar antes das compras, respondeu com ar de enfado, “pois é, devia, né?”
O fato é que o Hiperbompreço hoje é uma loja deteriorada. Baratas na seção de chocolates; sem ar-condicionado em diversas seções; câmeras que não funcionam; atendimento sofrível que causa filas intermináveis (na “fila única de pequenas compras” o consumidor sai da tal fila única e cai em outra fila, no caixa); ausência de cestas e muito mais.
A deterioração começou depois que a norte-americana Walmart comprou a empresa. Alguns funcionários falam indignados que a Walmart só pensa no lucro fácil, não investe na reciclagem de conhecimentos dos empregados; paga mal e não está nem aí para o consumidor.
Sem fiscalização de governo estadual, prefeitura e órgãos que deveriam zelar pela vigilância sanitária e questões trabalhistas e de relações humanas no campo empresarial, a Walmart e outras do mesmo naipe fazem o que querem. Triste Salvador!

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