Outonando

A liberdade poética do jornalista/poeta Zé de Jesus Barreto. Vamos acompanhá-lo em seu outonar e noitar:

Outona, abafado, em prenúncios de trovejos.
Noita em mim.
Pego no sono como quem serena a morte,
perdido no sem tempo, cansado de pensamentos.
Sem ânsias, sem mais quereres.
A  alma, chama tênue, no vazio escuro.
Solidão sem porta.
Sonho com chuvas na madrugada
e amanhãs lavados.
 
Zé de Jesus Barreto
10mar/2010. 

Um pensamento sobre “Outonando

  1. Coloco aqui três manifestações enviadas por e-mail sobre o poema de Barreto:

    Geraldine Barreto:
    gostei!
    boa semana.

    Aline D’Eça
    Adorei esta mensagem poética, Bonfim!
    Como vai você? Espero que bem. Não esqueça de nós, eu continuo aqui no Ministério Público e Manuela está agora na Defensoria Pública. E você, o que mais anda fazendo?

    Um abraço,
    Aline

    P.S.: Se gosta de poesia, conheça um pouco também o meu lado poético em (www.misteriosacaixa.blogspot.com)
    Faça a sua avaliação e crítica. 🙂

    Eliana Queiroz :
    Que beleza de poesia.
    Um abraço.

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