Protógenes no 2 de Julho, festa da Independência da Bahia

Protógenes (de óculos, segurando a faixa, ao lado do deputado Daniel Almeida) na Ladeira do Pelô

Protógenes (de óculos, segurando a faixa, ao lado do deputado Daniel Almeida) na Ladeira do Pelô

Nos festejos do 2 de Julho, em Salvador, uma das atrações foi o delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz, que chefiou a Operação Satiagraha.
Convidado a sair no bloco da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), na festa do 2 de Julho, não se fez de rogado. Desfilou como se estivesse em casa, e estava mesmo. O delegado é baiano, nascido nos Mares, aqui em Salvador, há 40 anos. Protógenes demonstrou ser bom de papo. A todos que se aproximavam ele recebia com um sorriso, embora mantendo a seriedade, e não se esquivava a nenhuma pergunta.
“É uma maravilha voltar para minha casa e ver que todos apóiam um funcionário público que fez o seu dever. A felicidade é ainda maior numa data tão importante quanto essa. Estou com o sentimento de dever cumprido”, afirmou.
Garantiu ao “povo brasileiro que enquanto aguarda a decisão sobre o meu retorno às minhas atividades policiais estou percorrendo o Brasil a convite de entidades que integram os movimentos sociais, instituições de ensino, religiosas, sindicais e associações, a fim de ministrar palestras que  considero um diálogo franco e aberto com a sociedade a respeito das causas, dos males que ocorrem em nosso país, em especial a corrupção”.
Os convites, como o de participar do 2 de Julho, são vistos por Protógenes como “chamados populares”. E ele tem recebido muitos convites assim de entidades privadas ou estatais. “No contato direto com as comunidades em diversos ambientes, vejo resgatar o respeito à Constituição da República, às Leis, aos Poderes da República e sobretudo aos símbolos nacionais, despertando o sentimento originário de Pátria relegados ao passado e esquecido, às vezes até pelos brasileiros que têm o dever de zelar e de ser os guardiões destes valores”.
Em sua opinião, com a erradicação do analfabetismo político, a corrupção e outras mazelas políticas perdem espaço junto à população e formadores de opinião, “porque no Brasil somos maioria de pessoas honestas, trabalhadoras e vamos sair vitoriosos desse lodaçal imposto pela ditadura da corrupção”.
Em relação à crise moral e institucional do Senado, Protógenes afirma que é um reflexo da política nacional. “O povo não aceita mais tanta roubalheira”. Se será candidato a algum mandato político, Protógenes não afirma nem dá uma negativa. Garante que, por enquanto, não pensou para valer no assunto.

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