O empresário Gilmar

E o presidente do Supremo Tribunal Federal não para de nos surpreender, não é?

Nesse e nos dois textos seguintes um breve “trailler” como está a Justiça nesse país-continente chamado Brasil. Boa leitura e reflexão melhor ainda.

Confira o texto completo sobre o empresário Gilmar

na CartaCapital

Paladino da moralidade e dos ‘valores republicanos’, o presidente do

Supremo não é tão rigoroso em questões pessoais

*Reportagem de Leandro Fortes

Quem quiser ficar rico, não vá ser juiz”
João Batista de Arruda Sampaio,

desembargador e jurista (1902-1987)

Desde que veio à tona a história do suposto grampo de uma conversa com o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, galvanizou os anseios de uma parte da sociedade que enxerga nos ministros de tribunais superiores a chance de controlar o poder negado nas urnas em eleições recentes. Como “vítima” de uma interceptação ilegal até agora não comprovada, Mendes acabou alçado à condição de paladino do Estado de Direito, dos valores republicanos e, por que não, da moralidade pública.

O episódio exacerbou uma tendência crescente do STF, a de interferir além dos limites de sua atribuição na vida dos demais poderes. Coube a Mendes chegar ao extremo, quando chamou “às falas” o presidente da República por conta da mal-ajambrada denúncia do tal grampo. O Congresso, a Polícia Federal, os juízes de primeira instância, o Ministério Público, ninguém escapa da fúria fiscalizadora do magistrado que ocupa o principal cargo do Poder Judiciário no Brasil.

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